terça-feira, outubro 06, 2009

Breves, mas um pouco tardias

Esperei o Sidarta (mais politizado dos colaboradores) ou o Sujeito Oculto (por motivos óbvios), mas um está meditando e o outro sumido, e ninguém falou sobre o Rio-2016.

Como não gosto de praia, o mais perto que cheguei de Copacabana foi Itatiaia. Creio que um evento internacional pode tornar mais conhecidas as cidades serranas do Rio. O que já é um ganho.

Em 07 anos, provavelmente não seremos uma potência olímpica. Mas será que é isso o que importa?

Creio que Rio, São Paulo e Buenos Aires perderam sua melhor chance entre 50 e 100 anos atrás. Eram cidades grandes sem grandes problemas. O Disney gostava da gente e o lado de lá do Prata era Primeiro Mundo.

No começo do campeonato, disse para um amigo: entre os três atacantes da Copa-2006, Adriano é o que dará mais certo no Brasileirão.
Pegue a lista de artilheiros: a diferença de Adriano para os outros é que ele não joga num time de ponta europeu porque não quer, os outros porque os times não querem.

Por que ninguém multa os tolos que comemoram gols mandando tiros?

Lembra da trena Starrett, aquela que dava prêmio para quem apostasse na distância certa do gol de cada partida, lá no antigo Show do Esporte? Com Vágner Love, são duas opções: 1 ou 11 metros.

Escute um pouco de Mercedes Sosa.