segunda-feira, agosto 18, 2014

Diz que foi por aí

Imagine que, numa temporada de reformulação, um grande clube contrate um técnico reconhecido mundialmente como um dos melhores. Acrescente a isso que o ídolo maior dessa equipe, aquele que está no clube desde o tempo das grandes conquistas, seja escolhido pelo novo treinador como capitão. O atleta joga bem, faz gol, pede jogo. O treinador testa hipóteses, dá oportunidade a vários jogadores. Mas, ao final, o grande time é derrotado em casa. O adversário marcou com um jogador sul-coreano e um islandês e acabou com a expectativa de um bom início nessa temporada de recomeço. Vergonha? Culpa do técnico?
Se um passarinho atingir um jogador desse time em reconstrução com um, digamos, projétil em decomposição, será um sinal do azar que ronda a equipe?
Imagine, agora, que, numa partida do campeonato nacional da primeira divisão, um torcedor gaiato entre em campo e cobre a falta para a qual o atacante se preparava. Falta de segurança nos estádios?
Imagine, também, que dois árbitros acabem atingindo dois jogadores com a espuma usada para posicionar a barreira: um no rosto, outro no pé. Despreparo ou autoritarismo?
Imagine, por fim, que um estranho engane a segurança e, disfarçado de jogador, entre em campo junto com um dos times. Falha da organização?
Talvez seja tudo isso. Ou nada disso. Talvez seja apenas engraçado.
Seja o que for, diz que foi por aí...


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