sábado, julho 09, 2016

A cidade do futebol

É sabido que o Brasil tem perdido a passos largos o título de país do futebol. Aos fracassos do escrete nacional, somam-se a pouca divulgação do campeonato nacional no exterior e as figuras pouco simpáticas de sua cartolagem.
Com isso, o espaço aberto é ocupado sucessivamente por vários candidatos: Alemanha, Espanha, Inglaterra.
Até mesmo a insuspeita Islândia ganhou destaque ao espantar o mundo com sua seleção se colocando entre as oito melhores da Europa.
Para eleger o novo país do futebol, cada torcedor pode escolher critérios diferentes: o profissionalismo e os títulos da Alemanha, as estrelas da Liga espanhola, o número de grandes equipes na Inglaterra, o potencial de mercado dos Estados Unidos. Trata-se, portanto, de um título à espera de um detentor indiscutível.
Mais difícil, entretanto, sempre foi a indicação de uma cidade do futebol. Mesmo em âmbito nacional, é difícil apontar uma capital: Rio de Janeiro, pelo Maracanã; Belo Horizonte e Porto Alegre, pelas rivalidades bipolares; São Paulo, por abarcar o trio de ferro e uma tríade de equipes menores, mas históricas; Florianópolis, pela constância nas principais divisões; Santos, por Pelé.
Projetada em escala mundial, a eleição aponta algumas candidatas óbvias: Milão, Madri, Buenos Aires, Londres, Paris, Munique, Barcelona.
Em tempos recentes, os destaques se dão pela presença de determinados atletas (trio MSN na Catalunha), pelo número de equipes (nas capitais inglesa e argentina), pela prevalência em seus domínios (Munique), pelo destaque de suas equipes (Madri), pelos eventos que sediam (Milão e Paris).
Para a próxima temporada, contudo, uma cidade pode se apresentar como favorita nas bolsas de apostas: Manchester.
Local de trabalho dos dois maiores treinadores da atualidade, Manchester tem todos os ingredientes para atrair a atenção de quem se interessa por futebol. E até de quem não se interessa.
Afinal, essa cidade de menos de meio milhão de habitantes apresentará para o mundo um conflito de personalidades que fez a cabeça de muitos fãs de futebol na última década.
E, para confirmar que brilho nunca é demais, o lado azul da cidade contará com o reforço do alemão Gündogan . Em contra-ataque rápido, o lado vermelho já conta com Ibrahimovic.
Vale conferir!

Um comentário:

Sidarta disse...

O PSG sofre por não estar no País com times de ponta.

Perdeu Ibra e não fisgou Neymar. Di Maria e Cavani é pouco.