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quinta-feira, agosto 18, 2011

Atlético MG X Corinthians


Atlético sai na frente mas sucumbe aos encantos de Sheik.

Nesta noite de quarta-feira todos os clubes de olho no desempenho do líder do Campeonato, claro que com um olhar para secar pimenteira.

O jogo começou muito bem, o Atlético até parecia que estava tentando mudar o rumo do filme que vive jogando com um pouco mais de qualidade e desempenho dos jogadores e sufocando o time da Zona Leste. Como diríamos no interior, parecia gente grande.

O Galo saiu vencendo o primeiro tempo com dois tentos de diferença, coisa que nem o mais desacreditado torcedor Corinthiano poderia imaginar, já que o time de Minas não se encontra em uma boa posição na tabela.

Voltam para o segundo tempo com uma alteração certeira realizada pelo técnico Mosqueteiro, Emerson Sheik entra para mudar completamente o rumo da partida e colocar ordem em seu harén. A dura que tite dera em seus comandados parece fazer efeito e o time do Corinthians volta com uma postura completamente diferente para a etapa final do jogo.

Resumindo, Corinthians aplica uma virada com direito a perda de um penalti cobrado pelo jogador Alex. Confirmada a liderança, agora é a vez do time alvi negro ter o mesmo olhar que seus adversários tiveram nesta quarta-feira árabe em Minas Gerais.

Abraços,
Eduardo Vidoti Perlatti
Twitter: @eduvidoti

sexta-feira, julho 01, 2011

Atlético Mineiro X Internacional



Colorado goleia o Galo dentro de casa e abala do cargo de Dorival Jr.

Nesta noite de quinta-feira, as 21:00, deu-se o confronto entre o Atlético Mineiro e Internacional de Porto Alegre. A noite começou calma e serena na Arena do Jacaré, bem diferente do jeito que iria terminar.

O Colorado desempenhou uma partida perfeita. Com a marcação ajustada, o meio campo criando ótimas situações para os atacantes e os mesmos levando muito perigo ao gol alvi-negro. Todos os jogadores de todos os setores fizeram uma excelente partida, com destaque aos atacantes Oscar e Leandro Damião, que como dizemos, acabaram com o jogo.

Em contrapartida, um time apático, desorganizado em campo, em péssima fase, com a torcida contra e torcendo pelo adversário, não tinha nada o que fazer a não ser rezar para que o jogo terminasse.

O jogo poderia ter sido mais um daqueles de goleadas históricas, não que não tenha sido, pois 4 gols de diferença é um excelente placar e configura uma goleada, mas se o Inter tivesse apertado um pouco mais o jogo, poderia ter saído da Arena com 6, 7 gols de diferença.

Dorival assumiu a culpa pelo resultado adverso, sustentado pelo Presidente do Clube depois da segunda goleada consecutiva, disse que o que resta é superar a má fase e que passa pela pior fase de sua carreira tendo vontade até de colocar a sua cabeça embaixo da terra.

Vamos acompanhar o desempenho do time do Galo nas próximas partidas e torcer por uma melhora para não fazer sofrer ainda mais a torcida a qual saiu revoltada do jogo ontem com muitos xingamentos e palavras de ordem contra o Clube, seu Presidente, Técnico e jogadores.

CONFIRA OS GOLS DA PARTIDA ABAIXO:




Abraços


Eduardo Vidoti Perlatti


Twitter: @eduvidoti

sexta-feira, abril 01, 2011

Raí, Cafu e Elivélton no Prudente

Se quarta-feira foi o dia de o Santa Cruz terminar a festa são-paulina e dificultar as coisas para o Tricolor com um golaço contra de Rodrigo Souto, ontem foi o dia do combalido Grêmio Prudente surpreender o Atlético Mineiro do técnico Dorival Júnior, atual campeão da Copa do Brasil.
Do lado do Galo, as estrelas Ricardinho e Réver não renderam o esperado, como todo o time atleticano nesta temporada. Medida de como o Galo jogou mal é o fato de que Magno Alves foi o destaque da equipe na partida.
Do outro lado, o Prudente (que em Barueri atendia por Abelha)apresentou uma escalação que deu saudade aos são-paulinos: na equipe, jogaram Raí, Cafu e Elivélton.
De resto, ficou provado mais uma vez que a Copa do Brasil não respeita rankings.

segunda-feira, outubro 25, 2010

Clássico é clássico. E vice-versa.

A frase é atribuída a Jardel, o Super Mario, que em terras lusitanas lançou essa legítima piada de português.
Contudo, ele não estava de todo errado. Basta olhar para os encontros de ontem: o Grêmio, em ascensão, empatou com o Internacional, com a cabeça em Dubai; o Corinthians, catastrófico nos últimos jogos, venceu o Palmeiras, que vinha melhor; o Flamengo se afastou do rebaixamento e acabou com a mínima chance de Libertadores do Vasco; e o Cruzeiro, líder, sucumbiu diante do ressurgido Atlético.
Ao fim e ao cabo, quem se deu bem é quem não perdeu pontos. Primeiro, porque a esta altura não é bom perdê-los; segundo, porque a vitória sobre o rival dá novos ânimos à torcida e ao time.
Assim, a rodada foi boa para os alvinegros. O Corinthians finca o pé definitivamente na luta pelo título, e o Atlético vai tirando o seu da lama.

sexta-feira, dezembro 04, 2009

O estrago está feito

Qualquer um dos quatro possíveis campeões (embora essa possibilidade seja apenas retórica a esta altura) deixará uma mensagem negativa.
Flamengo, Internacional, Palmeiras e São Paulo erraram muito, mas um deles sairá vitorioso e, arrogantemente, tentará provar seus méritos. A imprensa reverberará as loas dos vencedores; o improviso e o despreparo tomarão contornos de planejamento e gestão.
Os quatro clubes tiveram quase os mesmos erros. A três deles, os erros de arbitragem servirão para encobrir tais falhas; ao campeão, o título as tornará invisíveis.
Em primeiro lugar, os quatro priorizaram outros campeonatos. Pouparam vez por outra titulares, mas só percebem quem faz isso na última rodada.
Depois, todos trocaram seus técnicos.
Boa parte de suas principais estrelas no primeiro semestre já não joga por aqui. Em seu lugar, contrataram apostas discutíveis.
Em todos eles, houve problemas entre técnicos e jogadores; as decisões, quase sempre passionais e paternais, privilegiaram os atletas.
Seus dirigentes sempre falaram mais do que deveriam e, jogando para a torcida, tentaram passar para a arbitragem, para o STJD, para a imprensa ou para outro clube, os seus problemas.
Tristemente, o clube que parece ter procurado errar menos já não pode ser campeão, nem sequer ir à Libertadores.
O Atlético, que vinha repetindo temporadas frustantes, manteve um norte durante todo o ano: um bom técnico, elenco dentro das possibilidades do clube, reforços bem escolhidos, apoio da torcida, poucas reclamações e muito trabalho.
Esse conjunto de ações fez com que o time tivesse um desempenho acima de qualquer expectativa que levasse em conta o histórico recente do time. Deu, assim, esperanças ao torcedor e dúvidas à crítica especializada.
Mas resultados normais afastaram o Galo das primeiras posições. A frustração pela impossibilidade de um fim de ano quase inédito não deixa ver que foi uma das melhores temporadas do Atlético na década e que isso foi possível, em muito, pelos acertos do time.
Às vezes, deixar de perder já é ganhar.

quinta-feira, agosto 13, 2009

Pão de Queijo e o empate entre Galo e Palmeiras

Não foi o resultado esperado por mim, uma vitória que causasse em crise no lado derrotado, e nem o que meu amigo atleticano desejava.

Mas, independemente do resultado, ontem foi um daqueles dias em que o futebol juntou alguns amigos que não se viam a algum tempo.

A vida aqui em São Paulo é bem diferente das que são levadas nas cidades menores. Aqui na paulicélia não há praça com matriz, não há centro, não há aquele bar onde os amigos se encontram naturalmente, como nas cidades pequenas e médias.

Então, pra juntar as pessoas, é preciso combinar antes. Mas, pro pessoal se animar, sempre é bom um motivo, algo que aglutine o povo.

Futebol, para minha sorte, é um grande elemento ignitor dessas reuniões dos amigos.

Ontem o evento se realizou na casa de um legítimo atleticano mineiro. Por óbvio, teve um pãozinho de queijo de verdade. É bem diferente dos daaqui, o pão de queijo dele é daqueles que têm queijo dentro.

Mas, após a primeira cerveja e o primeiro pãozinho, a peleja começou.

O mineiro reclamou que Tardelli fez falta.

O jogo em si não foi um super espetáculo como a narração da tevê tentou fazer-nos crer. Como os treinadores falaram após a partida, é preciso de um bom elenco para vencer o Brasileirão por pontos corridos. Ambas as equipes estavam com seus desfalques.

O que a minha perspectiva sãopaulina conseguiu perceber é que há espaço para um Tetra do Tricolor paulistano ou do Muricy. A disputa está bem aberta.

O Palmeiras tomou um gol logo no começo mas o time não se desesperou e foi atrás do empate. A porcada aplicou bem o clássico primado futebolístico: o jogo só termina quando acaba.

Abraços,

terça-feira, agosto 11, 2009

Quarta vai rolar mais uma final do Brasileirão de 2009

Amanhã vai rolar uma final rural. Teremos o Galo vs. o Porco na quarta.

Tou tentando juntar o pessoal dos tempos de faculdade para assistirmos a este jogo. Temos dois mineiros Atleticanos que mantiveram a cabeça erguida durante todos esses anos em que o Galo mineiro ficou num limbo no futebol fora das Alterosas.

Tenho claro que uma má fase tem pelo menos um lado bom. Quando um time está uma draga, há uma filtragem na torcida. Só os torcedores de maior valor sobrevivem a esses períodos de estiagem. Funciona como a Teoria da Manada.

Bem, de volta para a peleja, creio que não há um resultado mais ou menos interessante para o meu ponto de vista. Não creio que um empate tenha de ser necessariamente o melhor resultado para quem está atrás dos que jogarão na quarta.

Sempre há a possibilidade de uma boa derrota criar uma crisezinha em um dos times que estão na frente do Tricolor paulistano. Uma má fase na Pompéia um dia e outra na outro dia pode render muito mais que um simples empate.

Não precisa ser como no quadro La muerte del picador, de Goya, é um bom jogo quando há drama, emoção, superação. Tudo bem, há empates com esses temperos, mas uma boa goleada é o que de há de mais saboroso nos relvados. O sangue ibérico corre em nosso futebol.


Saludos,

terça-feira, julho 14, 2009

O Atlético Mineiro não é fogo de palha

Apesar de não ter acompanhado o Brasileirão tão de perto quanto deveria, não me alheei totalmente das pelejas que rolaram por ai.

Vi aqui e ali uns comentários que botam o Atlético Mineiro como um fogo de palha. Nem vou botar links pra não prestigiar quem manda uma bola fora nesse grau.

Não, o Na Cal não se inspirou na imprensa mineira que reluta muito para criticar os times de lá.

Os resultados do Galo Mineiro é que são incontornáveis.

Mesmo que se fale que a vitória contra o arqui-rival só tenha sido causada pela escalação do time reserva da Raposa; essa história pouco vale em campeonato por pontos corridos.

Quando cada jogo é um final, não há desculpas para um empate ou para uma derrota. Em ambos os casos, somente há os pontos não conquistados e nada mais.

Ou seja, a cada derrota ou empate, simplesmente o time se distancia do título ou de uma classificação pra Libertadores.

Assim, dentro das quatro linhas, que é o que vale, o Atlético foi o melhor até agora e não há razões para crer que os caras de lá iriam desaprender ou desanimar a jogar o futebol jogado até hoje.

Abraços,

sexta-feira, maio 16, 2008

O novo reforço do Galo

Tenho um amigo atleticano que anda tendo pesadelos com Danilinho e Renan Oliveira.
Curiosamente, ele ignora que o motivo de ter visto uma derrota de seu time para o Fogão foi o fato de que o Sidarta estava na sua casa no dia do jogo. O pé-frio continua...
Mas para afastar as crendices e a má fase, o Galo precisa de um atacante.
Analisando os DVDs, parece que a diretoria achou um reforço gringo. Seu nome é Mike Powell e joga em Siracusa.