E, na viagem de Na Cal pelo Samba, não poderia faltar algum clássico da Hollywood do gênero.
Escolhemos dois exemplares fiéis às origens lamentosas do samba. Sim, porque o samba é originalmente uma música de queixa. A aceitação do ritmo fez com que ele servisse a vários tipos de mensagens, que acabaram afastando forma de conteúdo.
Quem explica isso bem é Paulo César Pinheiro, na música Lamento do Samba.
Pinheiro é um dos autores de uma das canções escolhidas. Em Espelho, parceria com João Nogueira, o futebol passa como possibilidade e frustração, assim como é o samba muitas vezes, e a vida quase sempre.
Essa é, aliás, a mensagem do mestre do samba lamentoso, Nelson Cavaquinho: quem vem ao mundo é pra sofrer.
Divirtam-se!
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segunda-feira, março 07, 2011
domingo, março 06, 2011
Samba em São Paulo
O Carnaval tem a força de parar o futebol. Como ele, apenas as eleições e a páscoa.
Assim, teremos um domingo sem futebol.
Quem quiser ver bola rolando vai ter que apelar para os campeonatos internacionais.
Em São Paulo, Corinthians e Palmeiras assistem à disputa de Gaviões e Mancha no Anhembi.
No Rio, o desfile ainda vai começar.
Como Na Cal também é cultura, um pouco do samba paulista para os leitores.
Assim, teremos um domingo sem futebol.
Quem quiser ver bola rolando vai ter que apelar para os campeonatos internacionais.
Em São Paulo, Corinthians e Palmeiras assistem à disputa de Gaviões e Mancha no Anhembi.
No Rio, o desfile ainda vai começar.
Como Na Cal também é cultura, um pouco do samba paulista para os leitores.
domingo, maio 16, 2010
Virada Cultural terminou com Dicró

Tirei um recesso do mundo futebolístico neste final de semana. A Virada Cultural foi o evento deste final de semana.
Vi algumas artistas interessantes como Hermeto Pascoal, Jair Rodrigues e outros.
Mas o ponto alto, pra mim, foi o encerramento da Virada Cultural que assisti.
Na Praça da República, no Palco do Samba da Virada, os shows terminaram com Dricó:
É lógico que não dá pra assinar tudo o que o malandro carioca fala. Mas é bom ver um cara bem representativo.
Abraços,
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quarta-feira, agosto 26, 2009
Sambô - samba e rock
Definitivamente, a rodada do último final de semana do Brasileirão não foi do jeito que eu queria; o gol do Baier foi um balde de água fria. Mas, futebol é assim mesmo.
Defendo o chamado futebol arte brasileiro. Mas, também, não sou ortodoxo, intransigente, nesse assunto. Acho que não dá pra viver no passado. O Garrincha foi um gênio fruto de sua época. O cara certo na situação apropriada.
A organização tática e um sistema defensivo bem postado têm seu valor. Nunca negei os Títulos que o Muricy ganhou pro Tricolor paulistano ou o que o Tetra. Mas esse ponto de vista não significa que eu virei fã do futebol alemão ou do inglês.
Ainda defendo o primado do futebol fundado no talento do jogador brasileiro. Um futebol que faça mais gols que tome.
Mas todo esse papo furado foi pra introduzir o grupo de Sambô. Na semana passada fui apresentado às músicas deles por um amigo corinthiano. Esses caras têm talento, criaram o Rock-Samba. Cantam Led Zeppelin, U2, Janis Joplin em ritmo de samba. Veja:
O modo como eles juntam o rock ao samba é um belo modelo de como o futebol brasileiro deve jogar. Um time com organização tática, mas, ainda e sobretudo, fundado no talento. O Sambô trouxe o rock para o samba e o samba deles não virou rock, continuou a ser samba. Tá lá o samba e tá lá o rock dentro do samba.
Abraços,
Defendo o chamado futebol arte brasileiro. Mas, também, não sou ortodoxo, intransigente, nesse assunto. Acho que não dá pra viver no passado. O Garrincha foi um gênio fruto de sua época. O cara certo na situação apropriada.
A organização tática e um sistema defensivo bem postado têm seu valor. Nunca negei os Títulos que o Muricy ganhou pro Tricolor paulistano ou o que o Tetra. Mas esse ponto de vista não significa que eu virei fã do futebol alemão ou do inglês.
Ainda defendo o primado do futebol fundado no talento do jogador brasileiro. Um futebol que faça mais gols que tome.
Mas todo esse papo furado foi pra introduzir o grupo de Sambô. Na semana passada fui apresentado às músicas deles por um amigo corinthiano. Esses caras têm talento, criaram o Rock-Samba. Cantam Led Zeppelin, U2, Janis Joplin em ritmo de samba. Veja:
O modo como eles juntam o rock ao samba é um belo modelo de como o futebol brasileiro deve jogar. Um time com organização tática, mas, ainda e sobretudo, fundado no talento. O Sambô trouxe o rock para o samba e o samba deles não virou rock, continuou a ser samba. Tá lá o samba e tá lá o rock dentro do samba.
Abraços,
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