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domingo, abril 25, 2010

PC é o novo menino da Vila

O time do santos tem um ótimo ataque e uma sorte impressionante.

Neste primeiro jogo das finais do Paulistão 2010, o Peixe deu sorte até quando deu azar. Ai, não tem jeito.

No lance do primeiro cartão amarelo pro Toninho, zagueiro do Ramalhão foi reclamar com o juiz, se ele não achou que foi penalidade máxima no Neymar, tinha que ter dado cartão amarelo pro atacante e ator da baixada.

Mas, por reclamação da contradição do apito, o cara ficou amarelado pelo árbitro amigo do Santos.

Tomara que, do susto que o Santos passou, o Neymar perceba que está over nas suas atuações.

Mesmo que o craque do Santos não concorde comigo, ele deveria refletir um pouco sobre os sóbrios gostos do Dunga.

Fazer firula não é a cara de um time do afilhado de Branca de Neve.

Abraços,

domingo, setembro 27, 2009

O São Paulo faz força pra dar mais um título pro Muricy

Não é possível que um time que queira ser campeão dê dois tropeços como os que a equipa sãopaulina deu nestas duas últimas rodadas.

O SPFC tem mais times que o Santo André e que o Corinthians toma dois empates com gosto de derrota.

Agora é rezar que o caldo verde entorne, se Deus quiser, por duas vezes até a última rodada deste Brasileirão.

Schiffbruch, 1805, de Joseph Mallord William Turner.

Meus respeitos,

quinta-feira, maio 08, 2008

Mais repetições

Em 97, a diretoria do Cruzeiro houve por bem contratar alguns medalhões exclusivamente para a disputa da Final de Tóquio.
Se fosse um jogador só, seria um reforço; mas, como eram quatro, o que parecia haver era desconfiança para com o elenco que conquistara a Libertadores.
O desfecho é história.

Ano passado, Dorival Júnior fez um bom trabalho e como recompensa ganhou a demissão. O Cruzeiro foi atrás de um "nome mais experiente" e, na falta de Scolari, contratou ... Adílson Batista.
Contudo, considerando que do outro lado estava o Boca, a derrota de ontem não foi tão avassaladora quanto a do Flamengo.
O América mexicano se comportou ontem como o carioca dos bons tempos: espantou o favoritismo do Rubro-negro numa goleada que nem o mais fanático vascaíno esperava.
A lista de dejà vu que o jogo de ontem proporciona é bem maior.
Os mexicanos se igualam ao Uruguai. A euforia despropositada em torno de um time que tem como expoentes Leonardo Moura, Obina e Tardelli tomou um choque de realidade ontem. Mas não toma as proporções de 1950, pois não calou o Brasil, tampouco o Rio de Janeiro: vascaínos, tricolores e botafoguenses não estão nada tristes.
O Lance! fala em maior vexame da história.
Não é preciso ir muito longe para saber que é, no mínimo, o segundo maior.



A diferença principal entre as histórias de Cruzeiro e Flamengo na noite de ontem é a perspectiva futura. O time celeste é mais coeso e perder do Boca não é demérito. O time tem feito campeonatos bons regularmente e deve se sair bem no Brasileirão. Já o Flamengo pode ter rompido o encanto gerado pela supervalorizada reação do ano passado. Basta ver que a torcida já não está tão iludida.
O Flamengo, grande campeão estadual dos últimos dez anos, precisa consertar muita coisa para ressurgir como clube realmente grande no cenário nacional.
Por enquanto, o sonho da Libertadores foi para o túmulo