O time do santos tem um ótimo ataque e uma sorte impressionante.
Neste primeiro jogo das finais do Paulistão 2010, o Peixe deu sorte até quando deu azar. Ai, não tem jeito.
No lance do primeiro cartão amarelo pro Toninho, zagueiro do Ramalhão foi reclamar com o juiz, se ele não achou que foi penalidade máxima no Neymar, tinha que ter dado cartão amarelo pro atacante e ator da baixada.
Mas, por reclamação da contradição do apito, o cara ficou amarelado pelo árbitro amigo do Santos. Tomara que, do susto que o Santos passou, o Neymar perceba que está over nas suas atuações.
Mesmo que o craque do Santos não concorde comigo, ele deveria refletir um pouco sobre os sóbrios gostos do Dunga.
Fazer firula não é a cara de um time do afilhado de Branca de Neve.
Não é possível que um time que queira ser campeão dê dois tropeços como os que a equipa sãopaulina deu nestas duas últimas rodadas.
O SPFC tem mais times que o Santo André e que o Corinthians toma dois empates com gosto de derrota.
Agora é rezar que o caldo verde entorne, se Deus quiser, por duas vezes até a última rodada deste Brasileirão. Schiffbruch, 1805, de Joseph Mallord William Turner.
Em 97, a diretoria do Cruzeiro houve por bem contratar alguns medalhões exclusivamente para a disputa da Final de Tóquio. Se fosse um jogador só, seria um reforço; mas, como eram quatro, o que parecia haver era desconfiança para com o elenco que conquistara a Libertadores. O desfecho é história.
Ano passado, Dorival Júnior fez um bom trabalho e como recompensa ganhou a demissão. O Cruzeiro foi atrás de um "nome mais experiente" e, na falta de Scolari, contratou ... Adílson Batista. Contudo, considerando que do outro lado estava o Boca, a derrota de ontem não foi tão avassaladora quanto a do Flamengo. O América mexicano se comportou ontem como o carioca dos bons tempos: espantou o favoritismo do Rubro-negro numa goleada que nem o mais fanático vascaíno esperava. A lista de dejà vu que o jogo de ontem proporciona é bem maior. Os mexicanos se igualam ao Uruguai. A euforia despropositada em torno de um time que tem como expoentes Leonardo Moura, Obina e Tardelli tomou um choque de realidade ontem. Mas não toma as proporções de 1950, pois não calou o Brasil, tampouco o Rio de Janeiro: vascaínos, tricolores e botafoguenses não estão nada tristes. O Lance! fala em maior vexame da história. Não é preciso ir muito longe para saber que é, no mínimo, o segundo maior.
A diferença principal entre as histórias de Cruzeiro e Flamengo na noite de ontem é a perspectiva futura. O time celeste é mais coeso e perder do Boca não é demérito. O time tem feito campeonatos bons regularmente e deve se sair bem no Brasileirão. Já o Flamengo pode ter rompido o encanto gerado pela supervalorizada reação do ano passado. Basta ver que a torcida já não está tão iludida. O Flamengo, grande campeão estadual dos últimos dez anos, precisa consertar muita coisa para ressurgir como clube realmente grande no cenário nacional. Por enquanto, o sonho da Libertadores foi para o túmulo