quinta-feira, julho 20, 2006

Um filme ou um jogo?

Sidarta, Márcio e eu acabamos de assistir a classificação do São Paulo para as semi-finais da Libertadores. Conosco, o atleticano* Rodrigo. Foi um programa agradável entre velhos amigos.

Poderíamos ter ido ao cinema ou alugado um bom filme. Mas, certamente, o prazer não seria o mesmo. Em primeiro lugar, muitas vezes a escolha é um princípio de intrigas. Dificilmente, quatro pessoas querem assistir o mesmo filme. Um jogo de futebol não permite escolhas. É certo que Rodrigo aceitaria ver Flamengo X Vasco, transmitido em outro canal, mas em nenhum momento criou qualquer objeção a assitir a um jogo que, em tese, não lhe pareceria interessante. Em segundo lugar, porque o filme é, na maioria das vezes, previsível. O futebol, segundo acabo de ouvir de Renato Gaúcho, é uma caixinha de surpresas. Nunca sabemos qual será o final. Achávamos que o Tricolor se classificaria com facilidade. Durante o jogo, duvidamos do fato muitas vezes e tudo mudou quando Danilo perdeu o penalty. Porém, o final nos trouxe uma alegria que nenhum filme poderia dar. Afinal, quem vibrou quando George Mc Fly socou o Biff?

Lucas







*Atleticano. Ser em extinção. Torce para um time chamado Atlético Mineiro.