Foi um ótimo jogo. Até de bicicleta Neymar tentou.
Não apenas pelo placar. Embora os 6 a 1 que o Santos impôs à Ponte Preta sejam já um atrativo.
Houve também a ocorrência dos três cartões vermelhos, que abre a discussão sobre o rigor do árbitro e os efeitos do dossiê santista.
Mas o principal foi ver que alguns atletas reencontraram seu jogo, ao menos por noventa minutos. Ou por trinta, no caso de Elano.
Ver Juan e Arouca jogando bem foi animador para o torcedor santista neste início de centenário.
Mas as duas coisas mais encantadoras desse jogo foram o chute de Neymar, de fora da área, e a beleza dos passes de Ganso.
Com 11 contra 10, algumas coisas ficam difíceis de avaliar. Contra 9 e contra 8, mais ainda.
Contudo, uma coisa é certa: o Santos finalmente voltou do Japão.
Visite o Sem Cesura.
Domingo, Fevereiro 26, 2012
Sábado, Fevereiro 25, 2012
Tite aposta em Adriano como titular no jogo contra o Botafogo-SP
Neste sábado o Corinthians enfrentará no Pacaembu o Botafogo
de Ribeirão Preto e, para tanto, o técnico Tite optou em dar uma chance ao
Imperador colocando-o como titular para este confronto.
Com a liderança conquista na última rodada, com o tropeço do
Palmeiras e vitória contra a Lusa, a entrada de Adriano reforça a esperança da torcida em ter um ataque
um pouco mais expressivo, já que a escassez de gols ronda o time corinthiano.
Se o time alvi negro conquistar
mais esta vitória ficará em uma excelente posição se destacando ainda mais na
liderança isolada do Paulistão 2012.
Abraços
Eduardo Vidoti Perlatti
Twitter: @eduvidoti
Quarta-feira, Fevereiro 22, 2012
Carnaval no San Paolo
É certo que o Chelsea pode vencer por 2 a 0 em seus domínios no jogo de volta.
Mas, enquanto isso não acontece, é de se ressaltar a vitória do Napoli ontem.
Num estádio que se tornou mítico há vinte anos - pela parceria do gênio Maradona com o fenomenal Careca - , Lavezzi e Cavani, muito mais modestos no rol das estrelas, fizeram o torcedor napolitano lembrar de tempos áureos, quando a equipe celeste encarava Juventus e Milan na disputa pelo título italiano.
Ver o Napoli, time da chamada parte pobre da Itália, vencer o estrelado Chelsea traz à memória a frase de Maradona na Copa de 90: será um jogo do Sul contra o Norte.
Dizendo isso, àquela época, Maradona mexia com os brios dos sul-americanos e da cidade de Nápoles. Ambos estavam no Sul e representavam os oprimidos pelos gigantes do Norte. Em 90, a Argentina de Maradona, Caniggia e Goycochea eliminou a Itália, mas perdeu no último jogo para Alemanha.
Por enquanto, o Sul está ganhando. Vencerá?
Mas, enquanto isso não acontece, é de se ressaltar a vitória do Napoli ontem.
Num estádio que se tornou mítico há vinte anos - pela parceria do gênio Maradona com o fenomenal Careca - , Lavezzi e Cavani, muito mais modestos no rol das estrelas, fizeram o torcedor napolitano lembrar de tempos áureos, quando a equipe celeste encarava Juventus e Milan na disputa pelo título italiano.
Ver o Napoli, time da chamada parte pobre da Itália, vencer o estrelado Chelsea traz à memória a frase de Maradona na Copa de 90: será um jogo do Sul contra o Norte.
Dizendo isso, àquela época, Maradona mexia com os brios dos sul-americanos e da cidade de Nápoles. Ambos estavam no Sul e representavam os oprimidos pelos gigantes do Norte. Em 90, a Argentina de Maradona, Caniggia e Goycochea eliminou a Itália, mas perdeu no último jogo para Alemanha.
Por enquanto, o Sul está ganhando. Vencerá?
Quinta-feira, Fevereiro 16, 2012
Tostines
Na convocação para o escrete nacional, Mano chamou gente de todos os cantos: Itália, Espanha, Ucrânia. Até do Brasil!
Desta parte, convocou gente do Flamengo, do Inter, do São Paulo, do Vasco, do Santos. Curiosamente, não há nenhum jogador do atual campeão brasileiro.
Do Corinthians, o convocável óbvio é Paulinho. Talvez Ralf. Mas Mano não chamou ninguém.
Como sempre, não há muitas explicações sobre o arbítrio do treinador.
Para além do velho choro dos torcedores de outras agremiações, que dá conta de que não levar ninguém do Corinthians é uma forma de beneficiá-lo, sobram duas alternativas: ou Mano não gosta de Paulinho ou Paulinho não é tão bom assim.
Na primeira, é preciso saber por que não gosta: motivos técnicos, pessoais, experiência internacional. Na segunda, teremos duas hipóteses: ou Mano entende muito mais de futebol do que todos os outros brasileiros, ou Paulinho só aparece bem por causa do conjunto do Corinthians.
Se estivermos na primeira, está tudo tranquilo, a Copa é nossa e pronto.
Já na segunda, o responsável direto pelo rendimento de Paulinho - e de outros - seria Tite, que, ao fim e ao cabo, não seria tão ruim quanto dizem os torcedores mais afoitos.
Será que a solução é convocar o Tite?
Desta parte, convocou gente do Flamengo, do Inter, do São Paulo, do Vasco, do Santos. Curiosamente, não há nenhum jogador do atual campeão brasileiro.
Do Corinthians, o convocável óbvio é Paulinho. Talvez Ralf. Mas Mano não chamou ninguém.
Como sempre, não há muitas explicações sobre o arbítrio do treinador.
Para além do velho choro dos torcedores de outras agremiações, que dá conta de que não levar ninguém do Corinthians é uma forma de beneficiá-lo, sobram duas alternativas: ou Mano não gosta de Paulinho ou Paulinho não é tão bom assim.
Na primeira, é preciso saber por que não gosta: motivos técnicos, pessoais, experiência internacional. Na segunda, teremos duas hipóteses: ou Mano entende muito mais de futebol do que todos os outros brasileiros, ou Paulinho só aparece bem por causa do conjunto do Corinthians.
Se estivermos na primeira, está tudo tranquilo, a Copa é nossa e pronto.
Já na segunda, o responsável direto pelo rendimento de Paulinho - e de outros - seria Tite, que, ao fim e ao cabo, não seria tão ruim quanto dizem os torcedores mais afoitos.
Será que a solução é convocar o Tite?
Terça-feira, Fevereiro 14, 2012
Evaristo fala sobre o Maracanã
Evaristo jogou com os maiores craques de seu tempo: Zizinho, Pelé, Di Stéfano, Puskas.
Tem história que não acaba mais.
Curiosamente, hoje pouco dão ouvido para seus testemunhos.
Evaristo foi o técnico campeão brasileiro em 1988, pelo Bahia.
Por isso, no meio da torcida do tricolor baiano, é possível ver a faixa "Evaristo Eterno".
Daí, deduz-se que é para aquela torcida o que Pelé é para o Santos e Telê para o São Paulo.
Por isso, deve ser saudada qualquer entrevista com ele, como essa que o Lancenet exibe em seu site.
Tem história que não acaba mais.
Curiosamente, hoje pouco dão ouvido para seus testemunhos.
Evaristo foi o técnico campeão brasileiro em 1988, pelo Bahia.
Por isso, no meio da torcida do tricolor baiano, é possível ver a faixa "Evaristo Eterno".
Daí, deduz-se que é para aquela torcida o que Pelé é para o Santos e Telê para o São Paulo.
Por isso, deve ser saudada qualquer entrevista com ele, como essa que o Lancenet exibe em seu site.
Segunda-feira, Fevereiro 13, 2012
Acerto de contas
Há no futebol certas histórias que são simplesmente tocantes.
Num final de semana em que o Corinthians confirmou possuir um esquema de jogo bem definido, em que o São Paulo mostrou estar ainda em evolução, em que o Palmeiras deu esperança ao seu torcedor e em que o Santos goleou com o time reserva, qualquer deles poderia ser o assunto. E serão, com certeza, nos escritórios e nos bares nesta segunda-feira.
É natural que aconteça dessa forma.
Mas também é natural que não se possa ficar alheio à final da Copa Africana de Nações.
Todos os ingredientes estavam lá: decisão por pênaltis, dezoito (!) cobranças, o azarão saindo campeão.
Mas nada supera o acerto de contas de uma seleção com sua maior derrota.
Dezenove anos depois, no mesmo lugar, Zâmbia pôde tornar menos amarga a lembrança da perda de sua maior geração.
Os minutos de silêncio cedem à explosão da conquista.
Há certas histórias que não parecem reais, de tão emocionantes e improváveis que são.
Leia aqui um poema sobre Garrincha.
Num final de semana em que o Corinthians confirmou possuir um esquema de jogo bem definido, em que o São Paulo mostrou estar ainda em evolução, em que o Palmeiras deu esperança ao seu torcedor e em que o Santos goleou com o time reserva, qualquer deles poderia ser o assunto. E serão, com certeza, nos escritórios e nos bares nesta segunda-feira.
É natural que aconteça dessa forma.
Mas também é natural que não se possa ficar alheio à final da Copa Africana de Nações.
Todos os ingredientes estavam lá: decisão por pênaltis, dezoito (!) cobranças, o azarão saindo campeão.
Mas nada supera o acerto de contas de uma seleção com sua maior derrota.
Dezenove anos depois, no mesmo lugar, Zâmbia pôde tornar menos amarga a lembrança da perda de sua maior geração.
Os minutos de silêncio cedem à explosão da conquista.
Há certas histórias que não parecem reais, de tão emocionantes e improváveis que são.
Leia aqui um poema sobre Garrincha.
Quinta-feira, Fevereiro 09, 2012
Marcos Assunção joga bem e bate o XV de Piracicaba
Nesta noite de quarta-feira no Pacaembu, Marcos Assunção e
XV de Piracicaba entraram em campo para mais uma rodada do Campeonato Paulista. Em um jogo difícil para ambos os lados, o jogador não contou
com a ajuda do Palmeiras para ter uma partida mais tranquila diante do XV que
jogou bem e sufocou os comandados de Felipão em alguns momentos do jogo.
Mais uma vez notamos que a dependência do Palmeiras de
apenas um jogador, que agora além de armar jogadas, está vivendo uma fase de
artilheiro, marcando um gol, dando passes para ampliar o placar. Um jogador completo que,
se deixar o Palmeiras, não sabemos como o time reagirá.
Felipão não se ilude com a liderança, promete um time mais
equilibrado este ano, fato que está conseguindo pelo menos agora no inicio da
temporada.
É nítida a necessidade do time de Palestra Itália em contar
com mais algumas peças para compor o seu elenco. Mais uns dois atacantes, um
meia e um defensor, seriam bem recebidos para atuarem no restante da temporada.
O time está melhor, nota-se! Mas ainda convive com a
desconfiança de seus torcedores que, teimosos, ainda esboçam acreditar no time!
E viva Marcos Assunção!
Abraços,
Eduardo Vidoti Perlatti
Twitter: @eduvidoti
Marcadores:
Campeonato Paulista 2012,
Felipão,
Marcos Assunção,
Pacaembu,
Palestra,
Palmeiras,
XV de Novembro de Piracicaba
Local:
São Paulo, Brasil
Segunda-feira, Fevereiro 06, 2012
Recomeços
O domingo apresentou certos ressurgimentos ao torcedor. Quando as coisas pareciam perdidas, a esperança se avivou.
O grande exemplo foi, sem dúvida, o empate do Manchester United com o Chelsea, em 3 a 3, depois de estar perdendo por 3 a 0.
Em Minas, o Atlético virou após um início vexatório contra o América de Teófilo Otoni.
Em São Paulo, os renascimentos proliferaram.
O mais marcante foi a virada do Palmeiras, nos minutos finais, diante do Santos, estragando um pouco (apenas um pouco) a festa de Neymar.
Mesmo perdendo, o santista tem o que comemorar. Ou não reparou que o cruzamento para o gol de cabeça (!) de Neymar foi de Ganso?
No Corinthians, o júbilo vem pelo reencontro de Ramirez com as redes. E dá a esperança de que ele finalmente possa fazer o que veio fazer: ajudar seu time na Libertadores.
No São Paulo, pasmem: William José fez dois gols!
Enquanto isso, no Rio, Flamengo e Botafogo parecem não ter acordado.
Mas isso é outra história.
Leia aqui um poema sobre Gérson.
O grande exemplo foi, sem dúvida, o empate do Manchester United com o Chelsea, em 3 a 3, depois de estar perdendo por 3 a 0.
Em Minas, o Atlético virou após um início vexatório contra o América de Teófilo Otoni.
Em São Paulo, os renascimentos proliferaram.
O mais marcante foi a virada do Palmeiras, nos minutos finais, diante do Santos, estragando um pouco (apenas um pouco) a festa de Neymar.
Mesmo perdendo, o santista tem o que comemorar. Ou não reparou que o cruzamento para o gol de cabeça (!) de Neymar foi de Ganso?
No Corinthians, o júbilo vem pelo reencontro de Ramirez com as redes. E dá a esperança de que ele finalmente possa fazer o que veio fazer: ajudar seu time na Libertadores.
No São Paulo, pasmem: William José fez dois gols!
Enquanto isso, no Rio, Flamengo e Botafogo parecem não ter acordado.
Mas isso é outra história.
Leia aqui um poema sobre Gérson.
Quinta-feira, Fevereiro 02, 2012
Quarta-feira, Fevereiro 01, 2012
Palmeiras Anuncia Patrocinador Principal da Camisa
Fonte: Gazeta Esportiva
Abraços,
Eduardo Vidoti Perlatti
Twitter: @eduvidoti
Bragantino X Portuguesa
Bragantino e Portuguesa entraram em campo neste início de noite da cidade de Bragança Paulista em busca da vitória.
Antes do início da partida, Jorginho teve que se virar para ajustar o ataque da Lusa, já que Edno foi negociado e Rodriguinho sentiu dores antes do início da peleja. Mesmo com este imprevisto, os comandados de portugueses, não demostraram falta de entrosamento autando muito bem e incomodando a defesa do Bragantino.
A Lusa começou a partida muito bem, desenvolvendo um bom futebol e acuando o time do Bragantino. Aos poucos o time de Bragança Paulista foi se soltando e equilibrando a partida seguindo assim até o final do primeiro tempo.
Na segunda etapa do jogo, a demonstração de gana pela equipe do Bragantino era nítida. Buscando sempre surpreender a Lusa, apertaram o ritmo de jogo e, aos 20min, abriu o placar com um cabeceio certeiro de Giancarlo que marca o seu terceiro gol nas três últimas partidas.
A Lusa, sem lampejos de brilhantismo futebolístico, não jogou a toalha. Em uma jogada individual de Ananias, arrancando pela esquerda, deu um corte seco em seu marcador e sentou o pé com direção certeira à meta da equipe do Bragantino empatando a partida e salvando o time do Canindé.
O jogo terminou empatado devido ao fato da perda de um penalti pelos lados de Bragança, fato que deixou o técnico Marcelo Veiga irritado pois entendia que a vitória seria mais justa.
Abraços,
Eduardo Vidoti
Twitter: @eduvidoti
Domingo, Janeiro 29, 2012
O público do Paulistão
O Tricolor levou doze mil pessoas ao Morumbi na tarde de ontem, quando venceu o São Caetano com dificuldades.
Também não foi fácil a vida do Timão diante do Linense no Pacaembu, diante de quinze mil torcedores.
O Santos jogou em Jundiaí para pouco mais de três milhares de espectadores, saindo com placar de igualdade.
O público e a renda do empate entre Catanduvense e Palmeiras não foi localizado pelo Na Cal. Mas pouca gente se dispôs a gastar oitenta reais para ver a partida.
É sabido que clubes do interior não conseguem grandes bilheterias. Mas, pelos dados de hoje, parece que nem mesmo os quatro grandes atraem torcida na modorrenta fase classificatória do torneio estadual.
O pouco interesse pelo certame já fez com que a Globo escolhesse colocar os jogos do Carioca para transmissão na rede.
Resta a pergunta: quem assiste ao Paulistão?
Também não foi fácil a vida do Timão diante do Linense no Pacaembu, diante de quinze mil torcedores.
O Santos jogou em Jundiaí para pouco mais de três milhares de espectadores, saindo com placar de igualdade.
O público e a renda do empate entre Catanduvense e Palmeiras não foi localizado pelo Na Cal. Mas pouca gente se dispôs a gastar oitenta reais para ver a partida.
É sabido que clubes do interior não conseguem grandes bilheterias. Mas, pelos dados de hoje, parece que nem mesmo os quatro grandes atraem torcida na modorrenta fase classificatória do torneio estadual.
O pouco interesse pelo certame já fez com que a Globo escolhesse colocar os jogos do Carioca para transmissão na rede.
Resta a pergunta: quem assiste ao Paulistão?
Quarta-feira, Janeiro 25, 2012
Quarta-feira, Janeiro 18, 2012
Últimos dias de recesso
A normalidade vai tomando conta e em breve teremos futebol.
Poderemos, então, voltar nossas atenções aos certames regionais.
É verdade que os estaduais estão inchados e cansativos, mas a disputa com o vizinho é sempre estimulante.
O rival, dizem as etimologias, está do outro lado do rio; é o cara da outra rua.
Por isso - como diria Muricy Ramalho - o estadual é um campeonato que vale pouco para quem ganha, mas muito para quem perde.
É de ressaltar que a Libertadores deste ano mexerá bastante com os principais estaduais.
Em Minas, a ausência do Cruzeiro na competição continental aumenta a responsabilidade celeste e dificulta a vida do Galo.
No Rio, o Botafogo praticamente é obrigado a um bom desempenho diante dos conterrâneos preocupados com a América.
No Gauchão, o Grêmio precisa ofuscar a tentativa do Colorado por um terceiro título da Libertadores.
Em São Paulo, Corinthians e Santos colocam à prova a força de seus elencos, dificultando a vida de tricolores e palestrinos,que tentam se reerguer.
É claro que Flamengo e Internacional podem derrapar antes da fase de grupos e incrementar a disputa em seus domínios, mas é sempre melhor esperar o êxito de nossos times.
O importante é que o torcedor deixará de se preocupar com o "mercado da bola" e passará a avaliar se foram boas ou não as contratações nesse recesso que está por acabar.
Leia aqui um poema que fiz sobre Castilho.
Poderemos, então, voltar nossas atenções aos certames regionais.
É verdade que os estaduais estão inchados e cansativos, mas a disputa com o vizinho é sempre estimulante.
O rival, dizem as etimologias, está do outro lado do rio; é o cara da outra rua.
Por isso - como diria Muricy Ramalho - o estadual é um campeonato que vale pouco para quem ganha, mas muito para quem perde.
É de ressaltar que a Libertadores deste ano mexerá bastante com os principais estaduais.
Em Minas, a ausência do Cruzeiro na competição continental aumenta a responsabilidade celeste e dificulta a vida do Galo.
No Rio, o Botafogo praticamente é obrigado a um bom desempenho diante dos conterrâneos preocupados com a América.
No Gauchão, o Grêmio precisa ofuscar a tentativa do Colorado por um terceiro título da Libertadores.
Em São Paulo, Corinthians e Santos colocam à prova a força de seus elencos, dificultando a vida de tricolores e palestrinos,que tentam se reerguer.
É claro que Flamengo e Internacional podem derrapar antes da fase de grupos e incrementar a disputa em seus domínios, mas é sempre melhor esperar o êxito de nossos times.
O importante é que o torcedor deixará de se preocupar com o "mercado da bola" e passará a avaliar se foram boas ou não as contratações nesse recesso que está por acabar.
Leia aqui um poema que fiz sobre Castilho.
Domingo, Janeiro 15, 2012
Uma Briga de Titãs: Muller X Rivaldo
No programa desta sexta-feira, 13/01/12, as bruxas estavam mesmo soltas. Companheiros de Palmeiras no ano de 1996, onde a temporada foi muito boa com conquistas e goleadas cotidianas, realizaram uma batalha gerada pela transferência do veterano jogador Rivaldo para o futebol angolano, mais precisamente para o time Kabuscorp, vice-campeão angolano.
Muller criticou a transferência de Rivaldo e disse que o mesmo deveria jogar no Mogi Mirim, time o qual Rivaldo é dono, e que sua transferência para o futebol angolano foi motivado única e exclusivamente pelo dinheiro.
Em resposta ao comentarista, Rivaldo disse que o este é invejoso e fracassado e que o infeliz comentário só poderia ter vindo dele, pois Muller não é e nunca será um exemplo a ser seguido.
Rivaldo chega ao time angolano com um contrato de um ano e não é a primeira vez que atua por um time de pouca expressão no futebol já tendo passagem pelo Bunyodkor, do Uzbequistão.
Abraços,
Eduardo Vidoti Perlatti
Twitter: eduvidoti
Assinar:
Postagens (Atom)