sábado, setembro 30, 2006

Mais uma vez tiozinho

É seres que leêm este blog, eu já não sei qual é a última moda, não conheço o nome da cantora loira adolescente americana que faz sucesso hoje em dia e tantas outras coisas que nem valem a pena serem mencionadas aqui.

A situação que tenho que encarar é que sou um tiozinho ou, no máximo, um quase-tiozinho. Não há como fugir disto. Quem viver verá o beco sem saída que estarão.

Hoje, vim à Campinas, a cidade onde os bebedouros são um ou dois palmos mais baixos que os que você tá acostumado; a história da água campineira batizada é lenda. Aqui, deparei-me, de novo, com o primeiro sinal de que sou um pouco mais velho que os outros que me persegue em boa parte da minha vida. O vídeo-game!

Você que se lembra do ATARI e sucedâneos vai entender a minha a situação! Eu nunca aprendi a jogar direito enduro, pacman ou qualquer outro jogo. Mãe e pai me pergutaram: você quer um video-game agora ou quer um computador daqui no final do ano? É, escolhi o pc e nunca tive um vídeo-game para passar as tardes jogando. Tá certo que coloquei uns joguinhos no pc que mamãe me deu, mas nunca foi jogos de ação. Desse modo, nunca aquiri a competência para jogar, em níveis aceitáveis, nenhum jogo que demande um pouco de coordenação com os meus dedos.

E o que tem a ver isso com futebol?

Tem tudo a ver!

As pessoas de classe média, meio em que vivo, e uma parcela das mais pobres que nasceram depois de mim adoram jogar futebol no vídeo-game. Muitas pelas, com todo o seu ambiente, são disputadas em salas de estar, na frente de tevês.

Hoje, vi isto, estou em uma república, perto da UNICAMP, e os caras estão lá jogando futebol eletrônico. São as mesmas piadas, as mesmas gracinhas. Eu achava que eles estavam jogando o tal do jogo FIFA, mas nem nisso eu estou updated, o melhor jogo de futebol eletrônico se chama UNIELEVEN, acho. Quer dizer, nem é tão bom assim, colocaram as vozes do Galvão e do Arnaldo, uma merda brasileira para o mundo todo.

abraços