segunda-feira, dezembro 04, 2006

Futebol do outro lado

Antes de mais nada, gostaria de oferecê-los mais um filminho futebolístico interessante.

O extremo-oriente adora futebol mas não aprendem a jogar. Há algo maior, pelo jeito, que bloqueiam todos aqueles povos de baterem bem na bola.

Parece que não só os japoneses que são geneticamente inadaptados ao futebol. Pelo visto, todos os outros japoneses também são pernas-de-paus congênitos. Alias, os orientais são genericamente denominados de japas só aqui no Brasil e em outros poucos lugares. No resto do mundo, os coreanos e japoneses são chinos.

Apesar dos perigos que corro ao entrar neste assunto, poucos amigos meus não descentes dos imigrantes nipónicos ou, até mesmo, formam casais com japas, mas é preciso ser apegado à minha verdade subjetiva. Tudo o que vi até agora, prova-me que os os japas não costumam jogar bem dentro dos gramados. Para a infelicidade dos que terão filhinhos com olhinhos puxados. Eu ainda posso ter o sonho de ser pai de um bom jogador de futebol que me sustentará na velhice.

O lado bom do problemático futebol oriental é a segurança financeira que bons jogadores e técnicos brasileiros têm com a possibilidade de lá garantirem suas aposentadorias. Pois, os tradicionais países europeus gostam dos brasileiros que chegam na Seleção ou que se destacam cedo. Os japoneses lato sensu importam um cara como o Danilo, o camisa 10 do São Paulo, que já tá com quase trinta, não joga na seleção e não bate aquele bolão que outros meio-campos brasileiros. Mesmo com esse currículo, há um espaço para ele já na terra do sushi.

Depois dos títulos tricolores deste e do ano passado, Danilo e cia., vocês têm todo o direito ganharem uma boa grana aos pés do sagrado Monte Fuji e, quem sabe, ensinarem os caras algo.

抱擁,