terça-feira, novembro 20, 2007

Estádios

Em mais um daqueles textos para agradar, a FIFA põe em seu sítio uma breve adulação aos estádios espalhados por seus países amigos. Venera a história e a beleza de recintos como o Maracanã, o Camp Nou, Wembley e outros tais.
Sede recentemente escolhida, o Brasil tem citados, além do palco de seu maior infortúnio, os gigantescos (e um tanto anacrônicos) Morumbi e Mineirão.
Os três provavelmente serão exibidos para o mundo em 2014. Qual será sua imagem?
Outro dia, o Sidarta fez um apanhado dos estádios que gostaria de conhecer.
Não é nova a associação dos estádios a recintos religiosos como templos e catedrais. A paixão não tem limites e acaba se tornando religião. De outro lado, a relação com as artes também é reiterada: palco, cenário. Particularmente, prefiro as metáforas artísticas às religiosas e pensei nisso enquanto me lembrava de vários campos que a televisão já me mostrou para descobrir o estádio em que gostaria de assistir a um jogo.
Como não entendo de arquitetura, dispensei o critério "beleza" para fazer minha escolha. Não se deve esquecer que muito estádio bonito vira elefante branco. Lembrem-se dos construídos para a Eurocopa 2004: Portugal não sabe o que faz com eles.
Assim, vasculhando minha memória, cheguei a uma conclusão: o fã de futebol deveria ter o Azteca como primeira parada de seus roteiros, pois ali se exibiram em suas melhores jornadas os principais artistas da bola.