quinta-feira, novembro 22, 2007

Rir é o melhor remédio...

Expectativa de todos para assistirmos nosso 1º jogo da seleção canarinho. Éramos 6. Na verdade, 7, mas um de nós não pode ir ao jogo. Haveria de resolver uma prova da tal pós graduação. Poderia ter feito a 2ª chamada, mas a mesma cairá quarta-feira que vem, dia da redenção, do fim da zica, do adeus ao ano negro, do massacre Corinthiano perante o Vasco (tema de um próximo post).
Chegamos com 1 hora de antecedência ao salão de festas corinthiano. Clima estranho. Cadê as barraquinhas de sanduíche de pernil, ou os inúmeros vendedores de cerveja, fazendo com que a lei da oferta e da procura nos permitisse pagar "3 por 5"?? Hipocrisia dos governantes. Pra inglês (e o Blatter) ver.
Tomamos nossos lugares. Estádio lotado. Entrada das seleções, hinos, fogos. Tudo pronto pra uma grande festa.
Mas, não. Ronaldo Firula perde a bola e o Uruguai faz 1x0. Primeiras vaias. Estranho ver isso, pois ainda estávamos no 1/10 do jogo. Já vi a torcida do Corinthians gritar pelo time aos 80 e tantos minutos, após tomar a virada...
É certo que ninguém no estádio sente o mesmo amor pela seleção. Todos estavam lá pra ver o Robinho, o Kaká, o Firula. Não vimos nem isso, nem qualquer jogada trabalhada pelo time. A seleção é, hoje, uma união de consagrados jogadores que não formam um time. Um técnico sem qualquer força e credibilidade.
Conseguimos a virada, graças à individualidade de um jogador que não é unânime, e que não foi o motivo de nenhuma ida ao estádio. Mas agradou ao público, assim como o goleiro, que fez os paulistas engolirem a birra contra cariocas.
O saldo foi positivo. Muitas risadas, piadas e umas 3, 4 horas de diversão. Agora, futebol por futebol, fico com o meu Corinthians.