quinta-feira, abril 17, 2008

Mãe Dináh é a Diretora de Redação do Jornal da Tarde


No dia 13 de Abril deste ano, fico intrigado com a notícia da capa do Jornal da Tarde que está ao lado (clique aqui ou nela para ver a capa toda).

Sempre gostei do assunto, era bom de geografia, mapas e transportes na escola. Fui ler a matéria então. Resumindo, o artigo disse que o Metrô de São Paulo ficará igual ao de Londrês ou ao de Paris em 2025.

Fiquei perplexo!

Como um jornal pode dar como certo um fato que a única fonte são os políticos?

Será que o povo do JT não sabe que político não costuma cumprir as suas promessas?





De qualquer forma, não tinha nada para tratar aqui. No entanto, fui investigar o assunto.

Perguntando dali e daqui, apresento-lhes, com muito orgulho, o furo jornalístico do ano:


Pelo visto, alguns meios de comunicação deixaram de lado até o já passado jornalismo gonzo criado pelo viajado Hunter Thompson.

Agora, um bom informativo não prende mais ao que aconteceu. É muitíssimo mais interessante informar sobre o futuro. Os riscos são muito maiores claro. Mas é muito mais, pelo menos, divertido. Assim, dentro dessa nova linha editorial, faz todo o sentido a Mãe Dináh na direção do JT. Afinal, os Mesquita nunca se caracterizaram por atos tresloucados.


Hoje, agora de pouco, tive certeza que a união Mãe Dináh e Jornal da Tarde é pra valer. Esse noticioso coloca na 1a Página de de hoje, prevendo um futuro duvidoso outra vez, que haverá um Fielzão.

Ou seja, o mundo do desporto não está imune à esta nova forma de jornalismo, o jornalismo astrológico, diria.

Por isso, caro leitor do Na Cal, é que todo este passeio pelo bastidores do jornalismo foi colocado à Senhora ou ao Senhor.

Como ficará, diante desta nova realidade, por exemplo, a loteria esportiva? Será a morte definitiva do jogo que mais fazia sucesso nos anos 70 e 80?

É claro que sempre há a suspeita que Mãe Dináh não tenha autorizado toda essa situação e a repetida manchete acerca do Fielzão seja fruto de alguma anti-corinthiano que quisesse tirar um sarrinho dos torcedores do time do Parque São Jorge.

Se você acredita ou não, veja:


Pode até ser que desta vez aconteça apesar de tudo e todos. Mas sempre é bom chutar uma bolinha que quica na área.

Aliás, não há uma estação do metrô projetada para perto de onde se planeja construir o estádio. Como papel aceita tudo, falem para os políticos fazerem uma linha que passe pelo Fielzão. Caso contrário, seria o único grande time da capital sem um metrô por perto.

Abraços,