sábado, abril 21, 2007

Márcio Rezende e Pepsi estariam mancomunados?

Ontem, escrevendo sobra a Libertadores, citei a importante atuação do juiz Sr. Márcio Rezende de Freitas na final de 2001 da Copa Libertadores. Antes de escrever, procurei informações na rede mundial de computadores sobre o triste evento que me lembrava vagamente.

O resultado da busca foi a seguinte informação:

"Aos 27min, q equipe mexicana poderia ter aberto o placar, mas o juiz brasileiro Márcio Rezende de Freitas deixou de marcar um pênalti claro para o Cruz Azul, quando o zagueiro Bermúdez derrubou o atacante Palencia na área."

Este é um trecho da matéria Boca Juniors vence e fica a um empate do bi da Libertadores, publicada no Folha Online, em 20/06/2001, às 23h30.

É complicado falar que o juiz fez aquela cagada com boas ou más intenções. Mas eu achei uma explicação interessante para essa e outras más arbitragem do Juiz Márcio Rezende de Freitas no blogue De Primeira.

A tese dos caras é simples. A disputa entre as gigantes PEPSI vs. COCA-COLA explica tudo!

Os curitibanos do De Primeira colocam que o cara embananou as finais do Brasileirão de 95 a favor do Botafogo, da Libertadores de 2001 pro Boca e a do Brasileirão de 2005 pro KIA. Estes três times eram patrocinado pela PEPSI-COLA.

O mais interessante é que o Cruz azul tinha a marca da Coca no seu uniforme.


Kibeloco

Corrupção não é algo que ocorre só nas administrações públicas brasileiras. Dizem que todos têm um preço, é só uma questão de oportunidade. Desde de a revolução industrial e o mercado consumidor de massas, várias leis contra práticas anti-concorenciais foram feitas por todo o canto do globo. Não é por acaso. Assim, a hipótese do pessoal do De Primeira podem até ter errado, mas é factível e verossímel.

Você pode olhar no verbete da Desciclopédia, destinado ao juizão, para mais detalhes de suas cagadas nas finais disputadas aqui no Brasil. Lembram, também, da final do Brasileirão de 2000. Neste jogo o Sr. Márcio deu duas penalidades máximas pro Vasco que perdia de 3 a 0 do Palmeiras. Os cruz-maltinos viraram o jogo e levaram o caneco.

Na blogosfera, o Sr. Rezende de Freitas é uma celebridade. Os torcedores, aqui no Brasil, do Santos e do Inter são os que mais preservam a memória do juiz mineiro. Dê uma olhada no que encontrei por ai:

Mary, coloca no artigo Santos F. C.: uma realidade que incomoda o seguinte trecho:

"O ano era 1995. Eu tinha oito anos recém completos na data fatídica que decidiu o Campeonato Brasileiro: 17 de dezembro. Apitada pelo árbitro bicampeão Márcio Rezende de Freitas, que dali a dez anos repetiria o feito, a partida terminou em 1 x 1, dando o título ao Botafogo, que ganhara o primeiro jogo. O que os registros da partida esquecem, mas os santistas não, é o gol mal anulado de Camanducaia, que daria o título ao Peixe.(...)"

Ela escreveu isso no dia 1o de Abril deste ano em um artigo que reclama contra a impressa sãopaulina.

O Rafa Barros colocou:

"A cena do esforçado meio-campista Tinga adiantando a bola antes de se chocar com o goleiro Fábio Costa exige de Márcio Rezende resposta imediata. Sem alguém para lhe socorrer e com pouco tempo de decisão, o árbitro colhe de sua consciência o que ela pode lhe oferecer naquele momento. Simula a convicção com a qual decreta a inexistência do pênalti e põe na rua o falso atacante. Cartão vermelho para a despedida melancólica de Márcio dos gramados, - sujeito oculto de predicativos não raro desagradáveis - homem que parece conduzir o espetáculo com isenção e autoridade, vernizes que se desmancham diante das câmeras e do olhar apaixonado, porém atento, do torcedor.(...)"


Isto foi escrito em 20 de Março deste ano sob o título Amantes Profissionais.

O blogueiro Jorge Santana coloca de forma direta a seguinte informação:

"(...)1993 - América, com ajuda do bicampeão brasileiro Márcio Rezende de Freitas, que anulou um gol decisivo de Ramon Menezes contra o Coelho.(...)"

O blogueiro cruzeirense colocou isto no escrito Muito além da jabuticaba, em 21 de Janeiro, 2007.

Abraços,