domingo, dezembro 16, 2007

Sem antagonista

Não deu.
Mais uma vez torci pelo sul-americano, mas o time de Kaká e Seedorf venceu.
Porque o resto é um pouco do estilo italiano de sempre: defesa e chute pra frente. Quando o chute atinge um atacante, o nome muda para "lançamento".
A diferença é ter Kaká e Seedorf, jogadores inteligentes que sabem que o gol fica no outro lado do campo.
Kaká desfila como protagonista, Seedorf é seu bom coadjuvante.
O problema é que o Boca não tinha a sua estrela; no caso, um antagonista a Kaká.
A chance era Riquelme, o craque triste.
Vestido de azul e amarelo, ele não fracassaria como com o Villareal e com a seleção argentina.
Riquelme é o Zico deles. Pelo Boca consegue o que deixa escapar na seleção.
Contudo, ele não estava lá. Que no próximo ano ele retome sua trajetória no Boca.
Que seu passo triste e exato seja exaltado pelos boquenses antes que encerre sua carreira ou a prorrogue em algum campeonato emergente.