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domingo, dezembro 16, 2007

No son ningunos salames estos italianos


É sempre bom ver o que os hermanos dizem após uma de suas derrotas grandes. Retirei o título No son ningunos salames estos italianos do artigo Picado fino do Olé. Como sempre, eles acertaram o título. Vale a pena ver os melhores momentos do jogo por um compacto que eles oferecem.

Mas bom mesmo foi a manchete de La Gazzeta Dello Sport:

Il mondo ai piedi di Kakà
Il Milan travolge il Boca



Na minha, com a ajuda da namorada, tradução livre: O mundo ao pé de Kaká / O Milan abate o Boca.

O futebol brasileiro jogado lá fora ainda é o mais competitivo. Agora, resta saber se continuará a ser brasileiro. Acho que as jogadas do Kaká, principalmente as dentro da área, são bem representativas.

O Berlusconi também parece que quer o nosso futebol. Disse Berlusconi: Grande Kakà(,) Ora aspetto anche Pato.

Abraços,

Sem antagonista

Não deu.
Mais uma vez torci pelo sul-americano, mas o time de Kaká e Seedorf venceu.
Porque o resto é um pouco do estilo italiano de sempre: defesa e chute pra frente. Quando o chute atinge um atacante, o nome muda para "lançamento".
A diferença é ter Kaká e Seedorf, jogadores inteligentes que sabem que o gol fica no outro lado do campo.
Kaká desfila como protagonista, Seedorf é seu bom coadjuvante.
O problema é que o Boca não tinha a sua estrela; no caso, um antagonista a Kaká.
A chance era Riquelme, o craque triste.
Vestido de azul e amarelo, ele não fracassaria como com o Villareal e com a seleção argentina.
Riquelme é o Zico deles. Pelo Boca consegue o que deixa escapar na seleção.
Contudo, ele não estava lá. Que no próximo ano ele retome sua trajetória no Boca.
Que seu passo triste e exato seja exaltado pelos boquenses antes que encerre sua carreira ou a prorrogue em algum campeonato emergente.

quinta-feira, setembro 27, 2007

Édipo Rei no Morumbi

Ontem o São Paulo Futebol Clube venceu o Boca Juniors no Morumbi e passou para a fase de Quartas de Final da Copa Sul Americana.

Lá pelas 19 horas, já vi alguns carros cheios de torcedores sãopaulinos a ir pro Morumbi. Depois, ouvi o 1o tempo no rádio do MP3 e vi uns pedaços na Tevê. Contudo, mais do que o futebol bem jogado ou não, acho que o importante da partida é o simbolismo da vitória contra o temido time argentino.


Este favoritismo quase divino que o time argentino adquiriu está entranhado no fundo da cabeça dos futeboleiros brasileiros. Parece que não nos resta nada a se fazer quando se enfrenta a ellos. A derrota que o SPFC sofreu lá manteve uma parte do mito intacta. Mas, de qualquer forma, a vitória serviu para tirá-los do reino mítico nos jogos de volta pelo menos.

No drama Édipo Rei, a ação da personagem central é construída de que o plano da ação individual e o desígnio dos Deuses se interagem, se confrontam e se misturam. A perfeição artística impede que o leitor tenha certeza se o parricídio e o incesto são responsabilidade individual ou divina.

Sófocles criou o indivíduo praticamente. Pelo menos, construiu uma obra em que ambos convivessem e o leitor escolhe quem é o responsável.

Ontem, os jogadores sãopaulinos venceram o destino. Indivíduos sobrepujaram o determinado pela cultura futebolística nossa. Ainda bem, não foi uma ação totalmente dramática, o final foi feliz. Muito diverso do que rolou com OIDIPOUS TYRANNOS (Édipo Rei). Mas, ao ver um compacto e relembrar os pedaços que ouvi e vi, não dá para negar a ajuda do além-humano.

Com a sorte, a fé ou o ocaso, de um lado, e o talento e a garra, de outro, o futebol é o belo, o dramático das massas.

Abraços,

quinta-feira, setembro 20, 2007

O jogo que não vi não foi tão mau

Ontem, fiquei numa aula pentelha de Lingüística ao invés de voltar para casa e assistir ao jogo Boca vs. SPFC. Foi a escolha correta, diante do futebol que me falaram que o Tricolor jogou. A certa altura da aula, que acabou às 22:40, escutei um trecho do jogo num discreto tocador de MP3. Mas desisti quando os argentinos marcaram o 1o gol.

Após o término da enfadonha aula, voltei ao radinho, mas desisti do jogo antes do 2o gol deles. Preferi escutar Noel Rosa (se procurar por ai, é capaz que ache toda a discografia deste Mestre da música).

Quando cheguei aqui em casa, vi na tevê que o Borges marcou um no finalzinho. Ficou 2 a 1, um resultado interessante.

O meu texto de ontem deu oportunidade a comentários que merecem destaque:

O Carlão, do Blog do Carlão, mandou que Os são-paulinos chegaram com discurso: "estamos priorizando o Brasileirão", "revanche é quando for pela Libertadores, não Sul-Americana". Os jogadores sãopaulinos querem a vitória, mas, se falarem a verdade, a imprensa cai de pau.

O santista Rafael entende que ummm....Senti nos últimos posts a volta de uma fase de presunção e vaidade bambística que havia desaparecido desde o início do ano, quando o tricolor sucumbiu no Paulista e na Libertadores prematuramente...será que teremos td novamente?? rs

Belo argumento! Respondo com uma tese que já coloquei aqui, no texto Fio da Mavalha Tricolor. Disse que o São Paulo Futebol Clube é um time de obreiros e não de craques. E, como todo bom técnico de sofá, dei a seguinte dica: O Muricy não pode deixar que os jogadores pensem que são bons de bola.

O Danilo, do Blog Pitacos do Bodaum, colocou que O São Paulo tomou um baile do Boca, a defesa não funcionou tomou dois gols de cabeça de Palermo que agora esta a 11 de ser tornar o maior artilheiro do Boca de todos os tempos! Se não fosse Rogerio Ceni teria sido chocolate!

Presumo que os caras tremeram, pra não quebrar a regra, lá em La Bamboneira. Ouvi algumas defesas pelo fone de ouvido. Toda hora falavam o nome do Rogério Ceni.

Já que não vi o jogo, gostaria de dividir com você uma explicação que um corinthiano me deu sobre os dois gols que o Tricolor tomou.

Segundo ele, rolou um boato, ontem a tarde, que o Betão, aquele do Timão, iria pro Morumbi. Só este boato foi suficiente para o São Paulo tomar dos dois.

Mas o Na Cal não se restringe à bola. Para os internautas todos, indico o sítio WWW.ARCHIVE.COM. Lá tem muito filme, show, música e livros em domínio público. Vários filmes antigos clássicos estão a sua disposição.

Por fim, preciso dividir com você o que fiz domingão passado. Fui ao Mercadão, aqui em São Paulo, comer o seu famoso sanduíche de mortadela. Esta iguaria é uma unanimidade aqui em São Paulo. Por exemplo, Cris e Patti acham que O lanche é lindo, mas, tem muita, muita, muita mortadela. Mas mesma linha, outro blogueiro, Trotta manda que O ponto alto, porém, são o famoso pastel de bacalhau e o sanduíche de mortadela, que já viraram referência nacional.

Eu me deliciei com este ai:


Com mussarela, tomate seco e alguns chopps, o pão com mortadela foi ótimo.

Abraços,

quarta-feira, setembro 19, 2007

Mira que Olé dice acerca de la pelea


Nesta noite teremos o melhor jogo do segundo semestre do lado de baixo da linha do equador. São Paulo Futebol Clube e Club Atlético Boca Juniors se enfrentarão hoje a noite lá em La Bombonera, ninguém está a jogar bola melhor que estes dois líderes de seus campeonatos nacionais. Adversário porteño e campo porteño me indicaram o jornal desportivo Olé como a melhor fonte de informações. O título da matéria dos hermanos já, como sempre, é ótimo. Veja:

Choque de potencias

A lead segue o rítimo:



Boca y San Pablo, dos grandes del continente, se enfrentan en La Bombonera por los octavos de final de la Sudamericana. Ambos son punteros en sus respectivos torneos locales y esta noche van con todos sus titulares. Promesa de buen fútbol, entonces.

Lá na Argentina se lê muito mais do que aqui. Conseqüência, até o noticioso desportivo é bem melhor. O brasileiro Lance só contrata estagiários, coisa que não se deveria, para fazerem as matérias e alguns colunistas mais famosos. Quiçá, daqui uns 20 ou 30 anos, tenhamos leitores mais exigentes por aqui, o que obrigará quem quiser informar, por papel ou net, a contratar um pessoal qualificado.

Se o tricolor ganhar lá no mítico campo do Boca, voltará com uma moral do tamanho do medo que os brasileiros têm de jogar lá. Pois, aqui criou-se um falso mito que em La Bombonera é impossível ganhar deles. Digo aqui, mas quis dizer na cabeça da imprensa desportiva do Rio e São Paulo inventaram esta estória.


O Papão da Curuzu, Paysandu de Belém, já mostrou que é mistificação esta história toda sobre jogar lá naquele estádio. O Olé retratou bem esta falsa imagem, na minha opinião, com uma fala do Richarlyson Barbosa Felisbino: jugaremos en uno de los estadios más especiales del mundo por su historia y también por la rivalidad que existe entre los equipos de la Argentina y Brasil. Como aquele jornal é famoso por ter um senso de humor, desconfio um pouco do fato deles terem escolhido quem escolheram.

Que o Tricolor ganhe! O medo que os outros times brasileiros terão ao enfrentar o líder do Brasileirão será um tanto considerável maior.

Abraços,

quinta-feira, junho 21, 2007

Gracias Boca!! Obrigado colorados!!

Quarta e quinta o Na Cal foi visitados por 400 e 350 internautas graça ao link para o Hino do Boca. Veja você mesmo:

Grande parte é de torcedores do Inter que acharam por bem tocar o Hino do Boca para seu antagonistas tricolores. Uma das melhores parte do futebol.

Obrigado,

Riquelme: o dono da américa

O sítio do Club Atlético Boca Juniors dá a notícia do título com a seguinte manchete: EL DUEÑO DE AMERICA

O Dono da América seria o Boca, mas é, na realidade, Riquelme é o monarca sudamericano. O cara foi um bravo na final lá no Olímpico Monumental do tricolor gaúcho.

Tanto melhor pra América do Sul lá no Japão, acho que o Boca tem mais bola do que o Grêmio. O Milan que se cuide em dezembro.

Fonte da Foto: http://www.bocajuniors.com.ar/

Abraços,

terça-feira, junho 19, 2007

Hino do Boca: o hino da discórdia

No dia 13 de Junho, publiquei o texto A final - o quê os blogues hermanos colocaram sobre. Fiz um rolezinho pelos blogues para ver quais eram as expectativas sobre a primeira final.

No meio do texto, sem maiores pretensões, coloquei um ligação para o Hino do Boca Jrs. em arquivo MP3. Fui de uma inocência. Pois, percebi que várias pessoas passaram a acessar este humilde blogue futebolístico em busca deste Hino e achei que eram simples interessados na cultura do futebol.

Hehehe!

Hoje, quando acesso o Olé, dou de cara com um vídeo de torcedores do Inter cantando o Hino do Boca, que está publicado na matéria Hacen el aguante (foi-me traduzido como Dão uma força).

Que cultura do futebol que nada!! Uma parte da audiência do Na Cal tava afim é de tirar uma da cara dos gremistas. Quem quiser tirar a prova é só dar uma olhada no mapa das últimas visitas sulamericanas.

Afinal, para mim, uma das melhores parte do futebol é poder tirar um sarrinho da cara dos torcedores dos times adversários. Fiquei satisfeito que o blogue pode ajudar os colorados nesta tarefa.

Abraços,

quinta-feira, junho 14, 2007

1o jogo da Final

Vale a pena dar uma olhada na matéria do Olé:

Un Bombonerazo

Em homenagem aos finalistas da Libertadores, fui a uma churrascaria com um bons amigos colocar o papo em dia. Os choppes que falei que tomaria ontem, ficaram pra quarta que vem.

Abraços,

quarta-feira, junho 13, 2007

A final - o quê os blogues hermanos colocaram sobre

A vida paulistana é corrida para muitos; para mim, só as vezes. Hoje foi um dia paulistano meu. Por isso, desculpe-me o atraso na publicação.

Dei uma volta pelos blogues argentinos. Ver o que os caras acham sobre a final da libertadores é interessante. Um dia, tomará, seremos íntimos -- brasileiros e argentinos.

Começo minha caminhada com uma escala na Porto Alegre colorada. Eu digitei, no buscador, "boca juniors" na língua espanhola. Achei o sítio Oh Internacional!!! porque lá está publicado o hino do Boca (mp3) e tem esta foto saliente. Gostei da letra.

Depois, fui ao El Rincón Xeneize, ai sim um verdadeiro blogue de um argentino torcedor do Boca. O mais interessante que ele escreveu é que:

"Repasando el historial de finales entre argentinos y brasileños, cabe comentar que se han disputado un total de 10 instancias decisivas, en las que en 7, han triunfado los conjuntos criollos. Particularmente de esos 7 logros, 3 pertenecen al equipo de la Ribera (77-Cruzeiro; 00-Palmeiras; 03-Santos)."

Xeneize é o apelido dos do Boca.

No Deporte Futbol, encontrei algo que não gosto muito: blog dando uma de jornal. Mas, como não tinha lido nada, vi que o Riquelme não deve jogar o outro jogo da final. Já ouvi essa história com o Ricardo Oliveira no São Paulo. Agora é o Villa Real que tira o craque do torneio da segunda final, da outra vez foi o Betis. Os times gaúchos sempre levando esta vantagem nessas finais. Mas sempre há uma chance do cara jogar as duas pelejas.

Quem quiser ver os vídeos dos gols em todos os jogos do Boca até agora na Libertadores, é só clicarem no Windows Live Space do [[--**J€€[)$**--]] (não sei como pronunciar!).

Achei um que não tem muito a ver com a partida, mas é de um do Boca. No PaRa QuE tE cAgUeS dE rIsA... há uma definição interessante dos arqui-rivais de seu time:

"LA MIERDA MAS GRANDE DEL MUNDO: Se caracteriza por tener varios nombres. Se los denomina GALLINAS, EQUIPO GRANDE (??? debido al tamaño de esta mierda... porque sino, ni ahi...), RIVER, etc... Se la puede ver en Nuñez, o en diferentes barrios de mierda. Su principal caraceristica es perder contra Boca Juniors, perder... y perder. Su frustracion se debe a que ya van 11 años sin ganar Libertadores (PEQUEÑO PERIODO, NO?) y 3 sin torneos locales. Por ultimo, estan enojados ya que contrataron a un supuesto JUGADORAZO que se llama Belluschi y se lo terminaron metiendo en el orto."

Quem quiser assistir à final da libertadores pela internet, o Sobre la Tele dá as sugestões para que você faça isso.

O Boca ainda não ganhou outra Libertadores sem o Bianchi. Vamos ver se será desta vez. Vi isto no Toque de Queda.

Abraços,

sexta-feira, junho 08, 2007

El sueño copero de Boca prevaleció

Este título veio da linha inicial da matéria Boca vio la luz, do Olé de ontem. A 1ª linha original é:

El sueño copero de Boca se topaba con un inesperado rival.

Ontem, dois caras tiram uma das minhas escolhas de torcedor na Libertadores. Mas se o próprio argentino Olé adjetivou, reverencialmente, o Cúcuta de "sorprendente", não sinto que fui tão tolo ao confiar no quase sucessor do Corporación Deportiva Once Caldas, como os gracejadores sugeriram.

Aliás, fiquei com a impressão que os prováveis gremistas supuseram meu fim na crônica desportivo-bloguística. Lembrei-me deste quadro:


Obra El Tres de Mayo, de Francisco de Goya.

Já vi algumas tragédias no Morumbi. Não será esta derrota que me fará sucumbir.

Abraços,

quinta-feira, junho 07, 2007

Quebrou-se o encanto do Luxa e não da Vila

Para mi Cúcuta, acho que a classificação do Grêmio para a final é melhor que a do Santos. Não posso tentar esconder minha felicidade com a derrota do Luxemburgo. Na hora do aperto, ele mostra bem que não tem nada a ver com a elegância que tenta vender. O técnico passará e a Vila famosa ficará.


Como quem viu o jogo ontem percebeu, fora do Olímpico, o tricolor gaúcho não é um bicho de sete cabeças. E lá em Porto Alegre, os colombianos não se intimidarão com a cópia depois de passarem (y passarán, sin duda alguna!) pelo original em Buenos Aires.

Por outro lado, raciocinando sobre o absurdo, no caso do Boca vencer o Cúcuta, o resultado de ontem também é do meu agrado. Pois, os argentinos sabem jogar fechadinhos e não se assustariam com o calor da torcida em Porto Alegre.

Os que pensam que eu sou um adversário do futebol brasileiro estão enganados. Não acho que: ou o São Paulo leva, ou mais ninguém daqui deva levar.

Somente creio que o time do Cúcuta, ou, remotissimamente, o do Boca, é mais qualificado para vencer o Milian em Tóquio. É uma visão mais a médio ou longo prazo. Se a América do Sul mandar uns times xexelentos, há uma descrédito mundial ainda maior no futebol jogado por aqui.

Abraços,

quinta-feira, maio 31, 2007

Cúcuta és mi campeón de Sudamerica en 2007 - II La Misión

Vou poupá-lo de meu portunhol. Mas tengo, opá, tenho vontade de escrever tudo em castelhano em homengem ao meu favorito para levar a Libertadores de 2007 ( escrevi Cúcuta és mi campeón de Sudamerica 6 dias atrás!).

Ontem, não tive ânimo para sair, tá muito frio pro meu gosto aqui em São Paulo por estes dias. Então decidi ouvi o jogo pela internet enquanto jantava. Treinaria meu portunhol e apreciaria o jogo. Esperava um jogo equilibrado e que os argentinos empatasse ou perdensem de pouco.

Mas, para minha alegria, equipe colombiana supreendentemente meteu 3 a 1 no Boca Juniors.

Eu começei o a ouvir o jogo pela Radio Caracol, colombiana.

Pois, empre escutei que o castelhano falado lá era o mais limpo, o mais claro. Enfim, o melhor para se começar na língua. Realmente, é tranqüilo acompanhar a partida. Eles abrem a boca para falar, ao contrário dos argentinos; não colocam a língua entre os dentes (o th inglês) do jeito dos espanhóis; e, não falam tudo rápido como os mexicanos. Gostei. Teve uma época que assisti uns jogos pela RAI, conseguia entender uma coisa ou outra porque sabia sobre o quê a italianada falava.

Mas como o Cúcuta, principalmente no segundo tempo, dominou o jogo e meteu 2 a 1, efetivando a virada, não resisti: passei a acompanhar a partida por uma rádio argentina!

Foi muito bom ouvir um hermano narrar a derrota de seus compatriotas. Para minha imensa satisfação, os colombianos meteram um terceiro gol que tive o prazer de ouví-lo na narração de um porteño. É uma pena que não gravei. Mas o locutor falava desgostoso que só ele.

O Cúcuta é o São Caetano que dará certo! A alguns anos, era um time da Segundona da Colômbia.

Se você estiver de bobeira, fica a sugestão: dia 7 de Junho, quinta que vem, tem Boca vs. Cúcuta às 19 horas e 45 minutos, horário de Brasília! Ambas as rádios transmitirão direto de La Bombonera a classificação dos heróis colombianos para a final contra, provavelmente, o Grêmio.


Como o time colombiano não tem tradição por lá, virou um segundo time de todos lá na terra da gostosa da Shakira. Mais ou menos como a Portugesa de 96 no Brasileirão, pelo menos, aqui na Cidade São Paulo.

sexta-feira, maio 25, 2007

Cúcuta es mi campeón de Sudamérica en 2007


Creio que futbol és passion básicamente!

Por isso, continuo sendo Corporación Nuevo Cúcuta Deportivo. Praticamente, lembro quando o meu finado Avó, o do Agüinha, deu-me uma camiseta do Campeón de Libertadores de América de 2007 nos muito antigamente. Pois, depois de Érico Veríssimo, nunca mais fui o mesmo.

O realismo fantástico latino-americano, que o meu escritor em língua portuguesa predileto, encarnou tão bem em Incidente em Antares me dá espaço para qualquer viagem.

Por que não sonhar com o Gran Cúcuta massacrando o Boca e, em seguida, algum dos dois brasileiros que estará na final!? Escrever é um ato de liberdade porque o teclado aceita qualquer absurdo. Ah se minha namorada seguisse os passos do papel!

Bem, volvendo à Libertadores: quem achar que sou só mais um fanático tricolor paulistano que não sabe aceitar a derrota de seu time, terá razão em parte. Ganhará aquela nota pra passar raspando.

Pois, além do meu coração ser, praticamente, cucutense desde pequeninho, tenho o paradigma da Corporación Deportiva Once Caldas, que faturou o título da Sudamericano em cima do temido Club Atlético Boca Juniors.

É, pra quem é do interior, onde passa um boi passa uma boiada.

Abraços,

sexta-feira, abril 13, 2007

Domingão tem clássico na Argentina


O Club Atletico River Plate irá ao Estadio Alberto J. Armando, que está na foto, enfrentar o Club Atlético Boca Juniors.



A classificação do Clausura 07 é:



A situação tá complicada pro River. Com o empate com o time venezuelano Caracas Futbol Club na última rodada, o time do Monumental de Nuñez está fora da Libertadores. Time grande sem títulos em vista é crise lá como é por aqui.
O técnico do River é Sr. Passarella, velho conhecido dos corinthianos. Se ganharem do arqui-rival, os milhonários espantarão a crise e poderão voltar a sonhar com o título. Pois, tem um jogo a menos.

Para além do calor da peleja, vale a pena dar uma olhada nas brincadeiras que um time faz com o outro em seus sítios. Clique nas imagens para ver as várias outras sacanedas.







Bem que as emissoras de televisão abertas brasileiras poderiam passar este jogo. Está na hora do Brasil formar sua identidade latino-americana.

Um projeto de vida é ir à Argentina para ver alguns jogos por lá. Mais dia, menos dia, realizarei isto.

Abraços,