Os hinchas do Peñarol realizaram algo histórico. Sem patrocinadores.
A maior bandeira do mundo. Pelo menos, por enquanto.
Que o futebol uruguaio volte a se tornar tão grande!
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quinta-feira, abril 14, 2011
segunda-feira, junho 08, 2009
Uruguay 0 x 4 Brasil que não vi
No sabadão passado, só peguei o finalzinho do jogo do Uruguay e Brasil. Só vi o gol de penalty. Tentei assistir pelas duas emissoras de canais abertos, mas tava complicado ouvi o restinho da peleja. Os dois narradores estavam a puxar tanto o saco do anão que não teve jeito; assisti sem som mesmo o quarto final com o gol de penalty.
A princípio, eu não podia falar que um 4 a 0 que não assisti seria isso ou aquilo.
Então, guardei o fôlego, vi os gols faltavam depois e conversei com as bases. Agora é hora de dar o meu pitaco. Antes, só para você não achar que estou a viajar demais, eis os gols.
O primeiro gol foi um frangasso do goleirão!
O segundo foi um franguinho coletivo do time!
O terceiro, esse sim, foi um gol de time bão! Um marcado e não levado como os demais.
E o quarto, que eu assisti, foi fruto de uma penalidade máxima bobinha, bobinha... Ou seja, mais um levado pelos da Celeste.
Ou seja, toda aquela onda que os locutores estavam a fazer durante o jogo é muita espuma pra pouco choppe. Pelo menos, tenho essa impressão daqui de trás deste pc.
Por outro lado, futebol é o futebol porque o fator sorte é bem mais presente que no volei ou no basquete. Então, se o anão tá numa boa fase, não há muito o que hacer.
Veja algumas reações dos blogueiros uruguaios:
No Blog Carbonero:
El ataque no funcionó, a diferencia de la defensa que no existió y el mediocampo que no mediocampeó (?)
No Palo Habilita:
Por favor, el sábado por la tarde se perdieron un par de manos en la zona del Parque Batlle (Parque onde fica o Centenário), la última vuelta que se vieron fue haciendo el baile del “Koala Marengo” y luego de eso han desaparecido.
Ou seja, o povo cisplatino também não viu algo muito diferente do que vi.
Abraços,
A princípio, eu não podia falar que um 4 a 0 que não assisti seria isso ou aquilo.
Então, guardei o fôlego, vi os gols faltavam depois e conversei com as bases. Agora é hora de dar o meu pitaco. Antes, só para você não achar que estou a viajar demais, eis os gols.
O primeiro gol foi um frangasso do goleirão!
O segundo foi um franguinho coletivo do time!
O terceiro, esse sim, foi um gol de time bão! Um marcado e não levado como os demais.
E o quarto, que eu assisti, foi fruto de uma penalidade máxima bobinha, bobinha... Ou seja, mais um levado pelos da Celeste.
Ou seja, toda aquela onda que os locutores estavam a fazer durante o jogo é muita espuma pra pouco choppe. Pelo menos, tenho essa impressão daqui de trás deste pc.
Por outro lado, futebol é o futebol porque o fator sorte é bem mais presente que no volei ou no basquete. Então, se o anão tá numa boa fase, não há muito o que hacer.
Veja algumas reações dos blogueiros uruguaios:
No Blog Carbonero:
El ataque no funcionó, a diferencia de la defensa que no existió y el mediocampo que no mediocampeó (?)
No Palo Habilita:
Por favor, el sábado por la tarde se perdieron un par de manos en la zona del Parque Batlle (Parque onde fica o Centenário), la última vuelta que se vieron fue haciendo el baile del “Koala Marengo” y luego de eso han desaparecido.
Ou seja, o povo cisplatino também não viu algo muito diferente do que vi.
Abraços,
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terça-feira, setembro 09, 2008
Churrasco Gaúcho vs. Churrasco Uruguaio
Nesse final de semana de Eliminatórias de Copa do Mundo, provei uns churrascos em Montevideo. É claro que assisti aos jogos do Brasil e o do Uruguay também, mas isso é assunto pra mais para adiante.
Futebol e churrasco têm relações quase necessárias, acho que também é do seu interesse, leitor boleiro do Na Cal, as minhas impressões sobre como eles assam churras por lá.
Os cortes uruguaios são diferentes dos daqui. Lá há o bife de chorizo, lomo, costillas, entrañas, matambre...

São cortes bem saborosos. Mas é preciso ter uma mente aberta para comer os miudos. As feijucas brasileira ficam no chinelo.
Mas a forma como os hermanitos servem as suas carnes é que precisa ser melhorada. Por mais que os cortes deles sejam saborosos, é muito melhor se sentar num rodízio e esperar as delícias aterrizarem no meu prato. Pra quem cresceu e viveu indo nos rodízios brasileiros, é complicado se sentar ao lado de uma churrasqueira, sentir aquele cheiro, e ficar só num bife, só num sabor.
Pelas conversas que tive por lá, acho que a questão da identidade do País é uma grande dificuldade para eles seguirem a receita do Rio Grande do Sul brasileiro.
Abraços,
Futebol e churrasco têm relações quase necessárias, acho que também é do seu interesse, leitor boleiro do Na Cal, as minhas impressões sobre como eles assam churras por lá.
Os cortes uruguaios são diferentes dos daqui. Lá há o bife de chorizo, lomo, costillas, entrañas, matambre...

São cortes bem saborosos. Mas é preciso ter uma mente aberta para comer os miudos. As feijucas brasileira ficam no chinelo.
Mas a forma como os hermanitos servem as suas carnes é que precisa ser melhorada. Por mais que os cortes deles sejam saborosos, é muito melhor se sentar num rodízio e esperar as delícias aterrizarem no meu prato. Pra quem cresceu e viveu indo nos rodízios brasileiros, é complicado se sentar ao lado de uma churrasqueira, sentir aquele cheiro, e ficar só num bife, só num sabor.
Pelas conversas que tive por lá, acho que a questão da identidade do País é uma grande dificuldade para eles seguirem a receita do Rio Grande do Sul brasileiro.
Abraços,
terça-feira, abril 29, 2008
Iré a la República Oriental del Uruguay
Seguindo o ensinamento de Jack, a primeira parte foi tomar um litrinho da Cerveza Norteña com um amigo. Essa cerveja uruguaia está a fazer sucesso razoável em alguns botecos paulistanos.

Não é barata por aqui, mas lá deve ser mais em conta.
O próximo passo é assistir ao jogo entre o Club Nacional de Football e o Tricolor paulista nesta quarta. Não ficarei assustado se o São Paulo vencer o jogo de lá por aquele 1 a 0 sofrido, típico da Libertadores de América. Mas não se pode deixar de falar, nesse contexto futebolístico, no General Artigas, o Libertador da Banda Oriental del Uruguay.
Pois, o Brasil imperialista, que os nuetros hermanos não se cansam de cantar, não é invenção do Clérigo Lugo, o que acabou de ganhar a eleição paraguaia e colocou o tema na nossa pauta.
É justamente a histórica garra uruguaia que explica a independência nacional conquistada ao enfrentar os interesses e as forças de Portugual, Brasil, Espanha, Argentina e Paraguay. O futbol uruguaio é caudatário da garra gaúcha que seu povo já tinha mostrado nos campos de batalha nas lutas pela independência. Não se explica o Bi-Campeonato nas Copas e nem as inúmeras Libertadores que eles ganharam sem saber o devir dos uruguaios.
A Argentina e o Uruguai tinham grana no começo do século passado porque os bens alimentícios que produziam eram bem valorizados no mercado mundial àquela época. A crise mundial de alimentos indica que os ventos possam voltar a soprar a favor deles (e nós tb!).
Saludos,
terça-feira, março 20, 2007
Projeto uruguaio do Tri na África do Sul

A Austrália não joga mais nos torneios promovidos pela Confederação de Futebol da Oceania. Disputa os da Ásia. Quer torneios mais disputados para que seu jogo cresça.
Assim, a Asociación Uruguaya de Fútbol tem uma chancha de ouro. Afinal, o grande problemas deles para chegar à etapa final da Copa passada era vencer a Austrália e falharam. O caminho para o Tri está aberto. Quem impedirá Lugano de comemorar este título e virar herói nacional?
Afinal, na última Copa, o futebol retranqueiro da Itália conquistou o título. A maré tá mais pros uruguaios do que para nós. O Brasil ainda não produziu craques a altura da seleção do Felipão. Tá todo mundo na promessa. O Kaká, o Diego e o Robinho ainda não mostraram-se dignos de um título mundial. Todos têm futebol, mas é necessário futebol, sorte e garra para hexa ser brasileiro. Acho que é um pouco da virtú que Nicolau Maquiavél nos ensinou.
Abraços,
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Virtú
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