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domingo, setembro 02, 2007

Realidade

A euforia do Pan aos poucos vai sendo desfeita.
Os resultados em competições mais fortes mostram a real situação do desporto nacional.
Algumas coisas já ficavam claras antes, como a derrota do basquete feminino para o sub-20 norte-americana, ou insucesso diante de Cuba (mais uma vez) no vôlei.
No atletismo, Maggi, Costa e Murer vão tomando seus lugares de direito.
Ontem se deu apenas o desfecho de uma crônica que já anunciava o insucesso.
O quinteto brasileiro perdeu para o time B da Argentina.
A seleção mais estrelada do basquete brasileiro mostrou que não se vai muito longe sem organização.
De bom, restou-nos ver como Leandrinho joga bem e o cumprimento respeitoso entre brasileiros e argentinos ao final do jogo.
Aguardemos até (apenas) 2012?

sábado, julho 28, 2007

Marta, em Pequim você coloca um ponto final

Ontem a tarde dei uma folheada no Estadão. Só lia as manchetes, até que cheguei, por último, à última folha da seção de Esportes. Encontrei uma matéria, que me interessou, com o título:

A falsa realidade das medalhas

O primeiro parágrafo do artigo do jornalista Eduardo Maluf dá a linha do texto:

Rio - "Pan é Pan, Olimpíada é Olimpíada." A frase do nadador Thiago Pereira, principal nome dos Jogos do Rio, pode parecer óbvia. Trata-se, porém, de um importante alerta. Vale o entusiasmo do público brasileiro com as medalhas conquistadas no Pan, vale comemorar a ótima classificação no quadro geral, vale a festa. Mas daqui a um ano, em Pequim, a história será bem diferente, dizem especialistas, sem medo de errar.


O jornalista discorreu sobre as diferença entre as marcas e tempos do Pan Rio e os dos Mundiais e Olimpíadas. Os EUA não trouxeram grandes equipes para este Panamericano.

(...)Os bons resultados no Rio são, em sua maioria, ilusórios.
(...)
No futebol feminino, as meninas do Brasil merecem as honras. Foram perfeitas do início ao fim. Mas o nível das adversárias beirou o ridículo. A equipe norte-americana, derrotada ontem na final, veio com garotas sub-20, sem nenhuma experiência. Kaley Fountain, lateral de 19 anos, contou que ela e suas companheiras estudam e jogam futebol mais como diversão. Disputam apenas campeonatos colegiais. Mesmo assim, avançaram até a decisão. A seleção principal ficou se preparando para o Mundial da categoria, em setembro, na China.


Os portais estaduninenses nem deram notícia da medalha de prata.

Assim, Marta, fica o desafio para você.

Jornal no papel não tem outra saída, tem de ter análise e opinião. Informar-se sobre os resultados da rodada é na rede mundial de computadores, nas rádios ou nas tevês.

Abraços,

sexta-feira, julho 27, 2007

A Medalha e a rodada

Notei alguns aspectos interessantes nesta rodada de meio de semana:

Dentre os times que têm 14 jogos, agora é do América de Natal o Título de pior ataque do Brasileira. Os potiguares têm só 12 gols, dá uma média de 0,85 tentos por peleja. A Prata, dentre os com 14 jogos, vai para os Tricolores Porto Alegrenses, média de 0,93. Os Tricolores do Morumbi ainda ostentam o Bronze, fazem 1 golzinho por jogo em média.

Dentre os times que têm jogos e gols a menos, o destaque é Timão do PArque São Jorge que está a marcar 0,92 gols por partida.

Aliás, ontem, almoçando com o Serjão, durante a final no Maracanã, comentei com ele a opinião do Casagrande sobre o Corinthians. O ex 9 disse algo do gênero:

-- A garotada vai brigar por uma vaga na Sul-Americana!

Ou seja, não tá nada-nada certo que ficarão entre o 5o e o 11o colocados neste Brasileirão.

Só espero que o Dunga tenha visto as jogadas que a Marta Vieira da Silva e o toda a Seleção fez no meio-campo e no ataque. As americanas são boas, já ganharam várias vezes do Brasil, e a nossa equipe não precisou jogar com 8 atrás e 2 na frente. Sei que há, ainda, um grande espaço entre o futebol feminino e o masculino, mas os resultados das meninas não podem ficar na prateleira das curiosidades. Elas não tomaram nenhum golzinho!

O futebol onde a habilidade e o talento se sobrepõem à organização e à força física é bem mais interessante de ser visto. Uso o verbo ver porque não consigo apreciar, encantar-me, com as partidas que vi da Seleção Alemã, do Liverpool e congêneres.

Fiquem com os 7 gols no Uruguay (o exemplo de tritongo!):


Abraços,

quarta-feira, julho 25, 2007

Final Alternativa do Pan

Não acompanho este Pan de perto, muito pelo contrário. Mas a final do Futebol Masculino:

Jamaica vs. Equador

é um jogo que vou ver. Aliás, gostaria de ir lá no Rio. Este vale a pena.

Quando tinha 17 anos, ouvia Bob o dia todo. Nunca me interessei ou tive coragem de ir além disso. Fumar maconha, usar roupas e tal não me interessaram.

Na preparação para a Copa de França, os Reggae boyz estiveram em minha cidade natal. Uma frustração é não ter arrumado uma camiseta deles.

Por isso, fica aqui a minha torcida:

Old pirates, yes, they rob I;
Sold I to the merchant ships,
Minutes after they took I
From the bottomless pit.
But my hand was made strong
By the 'and of the Almighty.
We forward in this generation
Triumphantly.
Won't you help to sing
These songs of freedom? -
'Cause all I ever have:
Redemption songs;
Redemption songs.


Emancipate yourselves from mental slavery;
None but ourselves can free our minds.
Have no fear for atomic energy,
'Cause none of them can stop the time.
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look? Ooh!
Some say it's just a part of it:
We've got to fulfil de book.

Won't you help to sing
These songs of freedom? -
'Cause all I ever have:
Redemption songs;
Redemption songs;
Redemption songs.
---
[Guitar break]
---
Emancipate yourselves from mental slavery;
None but ourselves can free our mind.
Wo! Have no fear for atomic energy,
'Cause none of them-a can-a stop-a the time.
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look?
Yes, some say it's just a part of it:
We've got to fulfil de book.
Won't you help to sing
Dese songs of freedom? -
'Cause all I ever had:
Redemption songs -
All I ever had:
Redemption songs:
These songs of freedom,
Songs of freedom.


Abraços,

segunda-feira, junho 25, 2007

O que fica para o Rio

O Panamericano de 2007 era uma grande oportunidade para a prefeitura transformar a cidade. Prometeram-se linhas de metrô, trens expressos, interligações e tudo que vimos foram novas linhas de ônibus e o fechamento de corredores viários para o deslocamento dos atletas.

Mas uma coisa que nos estavam devendo há tempos vai finalmente acontecer: o Maracanã ganhou dois telões e três novos placares eletrônicos! Por que demorou tanto para isso acontecer? O estacionamento só vem com a Copa do Mundo. Tudo bem que isso não é feito para nós, é para os turistas, mas o que fica é nosso.

Isso sem falar no Engenhão, que, pelo que pude ver, está lindo. Pena que seja tão pequeno para a torcida do Flamengo.