Domingo passado, antes do jogo começar, Eu, Alex e Du já estávamos confortavelmente sentados nas cadeiras amarelas atrás do gol que o goleiro do Palmeiras jogou o 1o tempo, quando escutamos uns estouros graves.
Houve aquele olhar apreensivo de todos os três e um soltou algo do tipo:
-- Nossa! Alguém tá se fudendo feio.
Mas não tínhamos, efetivamente, idéia do que teria ocorrido. Passaram-se as explosões e o assunto mudou e logo a partida começou. Mas ontem eu vi pela tevê uma reportagem mostrando o trabalho que a PM teve para que as os membros das torcidas organizadas Mancha Verde, palmeirenses, e Independente, sãopaulinos, não transformassem a praça num campo de guerra. As explosões eram gás lacrimogênio que a força policial tinha usado para evitar o desastre.
A reportagem do Estadão.com.br começa assim:
SÃO PAULO - Novamente a história se repetiu, neste domingo, e os torcedores se envolveram em confusão antes do início de um clássico do Morumbi. São-paulinos tentaram se encontrar com palmeirenses, mas foram barrados pela Polícia Militar, que chegou logo no início da confusão e dispersou os brigões com bombas de efeito moral. leia e veja a foto!
No final do jogo, teve mais confusão e a PM desceu a borracha mais uma vez.
Enquanto isso, lá na pátria mãe, um portuga é enquadrado porque xingou de filha da puta um guarda. Tá certo!
O colega blogueiro português Antonio Boronha ficou bravo porque uns arrancaram cadeiras:
Filhos da puta!
o único energúmeno detido na sequência dos graves incidentes de ontem, no estádio da luz, tê-lo-á sido, segundo a própria polícia, porque se referiu, em termos pouco abonatórios, à mãe de um senhor agente da autoridade.
arremessar petardos e cadeiras que ferem pessoas e podem gerar situações de pânico generalizado são, pelos vistos, crimes menores.
Quem sabe um dia arrancar umas cadeiras e xingar a mãe alguém serão as dificuldade que teremos nos jogos.
Abraços,