A escolha da Cidade Maravilhosa como a sede da Olimpíada de 2016 é marcante. Do jeito que as coisas andam, será a redenção ou a última pá de cal sobre essa alcunha.
A revista The Economist já desceu a lenha na segurança carioca. O Mundo inteiro lê essa publicação. A matéria The Botton Line coloca os pingos em muitos is. A classe média brasileira, que gosta de infringir a lei quando bebe e dirige ou que ganha um favor de alguma autoridade conhecida, não pode tirar a sua responsabilidade da reta. Só uma boa polícia será capaz de enfrentar a atual violência. Mas uma boa polícia também iria incomodar muita gente dos andares de cima que adora desviar do que está nas leis. Afinal, ubi pus, ibi evacua.
Um Flamengo Campeão, hexa ou penta, pouco importa, pode ser uma marca efetiva do renascimento do Rio de Janeiro. O belo que será através de um jogador que largou o velho continente pra refazer sua vida aqui no Brasil. Por mais que os paulistanos, soteropolitanos, brasilienses ou portoalegranses desejem que suas urbes sejam o centro do Brasil, só o Rio consegue ser representativa deste país.
Por mais que o povo do Morumbi fale que estão ao encalço do hexa tricolor, não boto muita fé nisso.
É lógico que não vou ficar triste com mais título do S.P.F.C., mas já que ele não tá com pinta de campeão, a ida do Troféu para a Gávea pode ser o sopro de ânimo que faltava para que os cariocas coloquem a casa em ordem de vez.
Abraços,





