Iria, hoje, escrever sobre o inexistente ataque do São Paulo. Mas, ao procurar por vídeos com os gols da última vitória tricolor, deparei-me com este vídeo:
O documentários sobre as torcidas organizadas é feito por uma equipe inglesa. No entanto, mesmo que você não compreenda bem a língua deles, vale a pena ver. Tem uma ou outra informação desencontrada e o estilo é questionável, mas é bem feito no final das contas.
Este é o sexto episódio da série The Real Football Factories International. Se animar, há outros sobre as firms, as organizadas em outros cantos do mundo. Vi uns trechos do relativo às dos Balcãs.
Foi um soco no estômago!
Sem abraços,
terça-feira, julho 31, 2007
segunda-feira, julho 30, 2007
Se bobearem, o Agüinha vai para próxima fase da 3a do Brasileirão

Ontem o Rio Claro Futebol Clube meteu 1 a o no Norusca.
A situação na tabela não é fácil:
CLUBE PG JG VI EM DE GP GC SG
1) Volta Redonda-RJ 8 5 2 2 1 6 5 1
2) Friburguense-RJ 6 5 1 3 1 3 3 0
3) Rio Claro-SP 6 5 1 3 1 3 3 0
4) Noroeste-SP 5 5 1 2 2 3 4 -1
A última e próxima rodada será a hora da verdade:
05/08 - 16:00 Volta Redonda-RJ x Rio Claro-SP, lá no Rio.
No jogo em casa, que fui assistir, o Agüinha começou perdendo e empatou. Quase virou. Ou seja, o Voltaço não é o bicho papão que teria sido a algum tempo atrás.
Acho que o exemplo que a Ponte deu é interessante. O time das massas campineiras meteu 5 a 1 no Ipatinga ontem.
Como em Tróia, acho que a sorte do Rio Claro está nas mãos dos Deuses.
Se o Rio Claro passar para a próxima fase da Terceirona do Brasileirão, os velistas, torcedores do Arqui-Rival Velo Club, ficarão de putos da vida. Perto da casa de meus pais, lá em Rio Claro, tem um interessante pequeno supermercado, empresa familiar. Lá trabalham Avó, Filho e Netos. A peculiaridade é que o filho é um velista roxo e o Vovô é rioclarista.
Meu pai, rioclarista, vai ao mercadinho sempre. Mas, quando o Rio Claro ganha, gosta de perguntar para o patriarca sobre o jogo. Ambos falam sobre como é bom ganhar jogos na 1a do Paulista ou na 3a do Brasileiro perto do filho. O velista fica incomodado por demais da conta.
Abraços,
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sábado, julho 28, 2007
Marta, em Pequim você coloca um ponto final
Ontem a tarde dei uma folheada no Estadão. Só lia as manchetes, até que cheguei, por último, à última folha da seção de Esportes. Encontrei uma matéria, que me interessou, com o título:
A falsa realidade das medalhas
O primeiro parágrafo do artigo do jornalista Eduardo Maluf dá a linha do texto:
Rio - "Pan é Pan, Olimpíada é Olimpíada." A frase do nadador Thiago Pereira, principal nome dos Jogos do Rio, pode parecer óbvia. Trata-se, porém, de um importante alerta. Vale o entusiasmo do público brasileiro com as medalhas conquistadas no Pan, vale comemorar a ótima classificação no quadro geral, vale a festa. Mas daqui a um ano, em Pequim, a história será bem diferente, dizem especialistas, sem medo de errar.
O jornalista discorreu sobre as diferença entre as marcas e tempos do Pan Rio e os dos Mundiais e Olimpíadas. Os EUA não trouxeram grandes equipes para este Panamericano.
(...)Os bons resultados no Rio são, em sua maioria, ilusórios.
(...)
No futebol feminino, as meninas do Brasil merecem as honras. Foram perfeitas do início ao fim. Mas o nível das adversárias beirou o ridículo. A equipe norte-americana, derrotada ontem na final, veio com garotas sub-20, sem nenhuma experiência. Kaley Fountain, lateral de 19 anos, contou que ela e suas companheiras estudam e jogam futebol mais como diversão. Disputam apenas campeonatos colegiais. Mesmo assim, avançaram até a decisão. A seleção principal ficou se preparando para o Mundial da categoria, em setembro, na China.
Os portais estaduninenses nem deram notícia da medalha de prata.
Assim, Marta, fica o desafio para você.
Jornal no papel não tem outra saída, tem de ter análise e opinião. Informar-se sobre os resultados da rodada é na rede mundial de computadores, nas rádios ou nas tevês.
Abraços,
A falsa realidade das medalhas
O primeiro parágrafo do artigo do jornalista Eduardo Maluf dá a linha do texto:
Rio - "Pan é Pan, Olimpíada é Olimpíada." A frase do nadador Thiago Pereira, principal nome dos Jogos do Rio, pode parecer óbvia. Trata-se, porém, de um importante alerta. Vale o entusiasmo do público brasileiro com as medalhas conquistadas no Pan, vale comemorar a ótima classificação no quadro geral, vale a festa. Mas daqui a um ano, em Pequim, a história será bem diferente, dizem especialistas, sem medo de errar.
O jornalista discorreu sobre as diferença entre as marcas e tempos do Pan Rio e os dos Mundiais e Olimpíadas. Os EUA não trouxeram grandes equipes para este Panamericano.
(...)Os bons resultados no Rio são, em sua maioria, ilusórios.
(...)
No futebol feminino, as meninas do Brasil merecem as honras. Foram perfeitas do início ao fim. Mas o nível das adversárias beirou o ridículo. A equipe norte-americana, derrotada ontem na final, veio com garotas sub-20, sem nenhuma experiência. Kaley Fountain, lateral de 19 anos, contou que ela e suas companheiras estudam e jogam futebol mais como diversão. Disputam apenas campeonatos colegiais. Mesmo assim, avançaram até a decisão. A seleção principal ficou se preparando para o Mundial da categoria, em setembro, na China.
Os portais estaduninenses nem deram notícia da medalha de prata.
Assim, Marta, fica o desafio para você.Jornal no papel não tem outra saída, tem de ter análise e opinião. Informar-se sobre os resultados da rodada é na rede mundial de computadores, nas rádios ou nas tevês.
Abraços,
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sexta-feira, julho 27, 2007
A Medalha e a rodada
Notei alguns aspectos interessantes nesta rodada de meio de semana:
Dentre os times que têm 14 jogos, agora é do América de Natal o Título de pior ataque do Brasileira. Os potiguares têm só 12 gols, dá uma média de 0,85 tentos por peleja. A Prata, dentre os com 14 jogos, vai para os Tricolores Porto Alegrenses, média de 0,93. Os Tricolores do Morumbi ainda ostentam o Bronze, fazem 1 golzinho por jogo em média.
Dentre os times que têm jogos e gols a menos, o destaque é Timão do PArque São Jorge que está a marcar 0,92 gols por partida.
Aliás, ontem, almoçando com o Serjão, durante a final no Maracanã, comentei com ele a opinião do Casagrande sobre o Corinthians. O ex 9 disse algo do gênero:
-- A garotada vai brigar por uma vaga na Sul-Americana!
Ou seja, não tá nada-nada certo que ficarão entre o 5o e o 11o colocados neste Brasileirão.
Só espero que o Dunga tenha visto as jogadas que a Marta Vieira da Silva e o toda a Seleção fez no meio-campo e no ataque. As americanas são boas, já ganharam várias vezes do Brasil, e a nossa equipe não precisou jogar com 8 atrás e 2 na frente. Sei que há, ainda, um grande espaço entre o futebol feminino e o masculino, mas os resultados das meninas não podem ficar na prateleira das curiosidades. Elas não tomaram nenhum golzinho!
O futebol onde a habilidade e o talento se sobrepõem à organização e à força física é bem mais interessante de ser visto. Uso o verbo ver porque não consigo apreciar, encantar-me, com as partidas que vi da Seleção Alemã, do Liverpool e congêneres.
Fiquem com os 7 gols no Uruguay (o exemplo de tritongo!):
Abraços,
Dentre os times que têm 14 jogos, agora é do América de Natal o Título de pior ataque do Brasileira. Os potiguares têm só 12 gols, dá uma média de 0,85 tentos por peleja. A Prata, dentre os com 14 jogos, vai para os Tricolores Porto Alegrenses, média de 0,93. Os Tricolores do Morumbi ainda ostentam o Bronze, fazem 1 golzinho por jogo em média.
Dentre os times que têm jogos e gols a menos, o destaque é Timão do PArque São Jorge que está a marcar 0,92 gols por partida.
Aliás, ontem, almoçando com o Serjão, durante a final no Maracanã, comentei com ele a opinião do Casagrande sobre o Corinthians. O ex 9 disse algo do gênero:
-- A garotada vai brigar por uma vaga na Sul-Americana!
Ou seja, não tá nada-nada certo que ficarão entre o 5o e o 11o colocados neste Brasileirão.
Só espero que o Dunga tenha visto as jogadas que a Marta Vieira da Silva e o toda a Seleção fez no meio-campo e no ataque. As americanas são boas, já ganharam várias vezes do Brasil, e a nossa equipe não precisou jogar com 8 atrás e 2 na frente. Sei que há, ainda, um grande espaço entre o futebol feminino e o masculino, mas os resultados das meninas não podem ficar na prateleira das curiosidades. Elas não tomaram nenhum golzinho!O futebol onde a habilidade e o talento se sobrepõem à organização e à força física é bem mais interessante de ser visto. Uso o verbo ver porque não consigo apreciar, encantar-me, com as partidas que vi da Seleção Alemã, do Liverpool e congêneres.
Fiquem com os 7 gols no Uruguay (o exemplo de tritongo!):
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quinta-feira, julho 26, 2007
Agora eu tenho a camiseta do Bruxão
Eu passei a acompanhar os passos do Grêmio Catanduvense depois que encontrei o Bdf Brasil do Fernando. Um do cidadão de Cantanduva que tem o seu blogue listado ai ao lado.
A alguns dias atrás, o blogueiro de Catanduva me avisou eu fui o grande ganhador do sorteio que ele promoveu. Recebi ontem, aqui na minha casa, este belo exemplar da camiseta do Catanduvense:
Não costumo ter muita sorte em bingos, loterias e similares. Mas, desta vez, fiquei felizão da vida.
Tem este escudo fera. Antes, desde 1953, foram cinco outros símbolos.

Mas o Cantanduvense, o Bruxão, não está bem na Copa Federação Paulista de Futebol. Ontem foi a terceira derrota seguida nesta competição, perderam para o União São João Esporte Clube, da minha velha conhecida Araras. Melhor sorte.
Agora, a minha coleção de camisetas de times de futebol aumentou. São Paulo, Inter de Milão, Agüinha e, por último, a do Catanduvense.

Percebeu o detalhe na camiseta do Rio Claro? Uma coincidência total, nem tinha idéia desta marca quando começou o Na Cal.
Abraços,
A alguns dias atrás, o blogueiro de Catanduva me avisou eu fui o grande ganhador do sorteio que ele promoveu. Recebi ontem, aqui na minha casa, este belo exemplar da camiseta do Catanduvense:
Não costumo ter muita sorte em bingos, loterias e similares. Mas, desta vez, fiquei felizão da vida.
Tem este escudo fera. Antes, desde 1953, foram cinco outros símbolos.

Mas o Cantanduvense, o Bruxão, não está bem na Copa Federação Paulista de Futebol. Ontem foi a terceira derrota seguida nesta competição, perderam para o União São João Esporte Clube, da minha velha conhecida Araras. Melhor sorte.
Agora, a minha coleção de camisetas de times de futebol aumentou. São Paulo, Inter de Milão, Agüinha e, por último, a do Catanduvense.

Percebeu o detalhe na camiseta do Rio Claro? Uma coincidência total, nem tinha idéia desta marca quando começou o Na Cal.
Abraços,
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quarta-feira, julho 25, 2007
A culpa é dele?
A mesma turma comanda o Flamengo, com raros intervalos, há quase trinta anos. Márcio Braga e Kléber Leite, antes adversários, hoje estão unidos para, provavelmente, dividir os lucros do time que tem a maior torcida do país.
Enquanto isso, jogadores ineficientes e inexpressivos são contratados e as divisões de base e os olheiros, que são aquilo que tornam um time grande, são negligenciados e o futuro do time vai sendo comprometido com dívidas e salários impagáveis.
E a torcida, o que faz? Pede a cabeça do técnico. Assim fica fácil, demite-se o técnico, contrata-se o Joel Santana ou outro desses que jamais chegarão à Seleção, o time escapa do rebaixamento e se dá por satisfeito. Será que é essa a resposta?
O técnico Arsène Wenger dirige o Arsenal desde 1996, nem sempre com vitória. Dez anos mais de casa tem Sir Alex Ferguson no Manchester United, que vai completou, no ano passado, vinte anos no comando do time.
Será que não temos nada a aprender com eles? Será que uma administração eficiente, combinada com investimentos em categorias de base e em escolinhas fora do estado do Rio de Janeiro, juntamente com a confiança em um técnico consagrado que se identifique com o clube não são melhores do que o oportunismo dos dirigentes e uma ciranda de técnicos?
Só rezo para que, mais uma vez, escapemos da Série B.
Enquanto isso, jogadores ineficientes e inexpressivos são contratados e as divisões de base e os olheiros, que são aquilo que tornam um time grande, são negligenciados e o futuro do time vai sendo comprometido com dívidas e salários impagáveis.
E a torcida, o que faz? Pede a cabeça do técnico. Assim fica fácil, demite-se o técnico, contrata-se o Joel Santana ou outro desses que jamais chegarão à Seleção, o time escapa do rebaixamento e se dá por satisfeito. Será que é essa a resposta?O técnico Arsène Wenger dirige o Arsenal desde 1996, nem sempre com vitória. Dez anos mais de casa tem Sir Alex Ferguson no Manchester United, que vai completou, no ano passado, vinte anos no comando do time.
Será que não temos nada a aprender com eles? Será que uma administração eficiente, combinada com investimentos em categorias de base e em escolinhas fora do estado do Rio de Janeiro, juntamente com a confiança em um técnico consagrado que se identifique com o clube não são melhores do que o oportunismo dos dirigentes e uma ciranda de técnicos?
Só rezo para que, mais uma vez, escapemos da Série B.
Final Alternativa do Pan
Não acompanho este Pan de perto, muito pelo contrário. Mas a final do Futebol Masculino:
Jamaica vs. Equador
é um jogo que vou ver. Aliás, gostaria de ir lá no Rio. Este vale a pena.
Quando tinha 17 anos, ouvia Bob o dia todo. Nunca me interessei ou tive coragem de ir além disso. Fumar maconha, usar roupas e tal não me interessaram.
Na preparação para a Copa de França, os Reggae boyz estiveram em minha cidade natal. Uma frustração é não ter arrumado uma camiseta deles.
Por isso, fica aqui a minha torcida:
Old pirates, yes, they rob I;
Sold I to the merchant ships,
Minutes after they took I
From the bottomless pit.
But my hand was made strong
By the 'and of the Almighty.
We forward in this generation
Triumphantly.
Won't you help to sing
These songs of freedom? -
'Cause all I ever have:
Redemption songs;
Redemption songs.
Emancipate yourselves from mental slavery;
None but ourselves can free our minds.
Have no fear for atomic energy,
'Cause none of them can stop the time.
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look? Ooh!
Some say it's just a part of it:
We've got to fulfil de book.
Won't you help to sing
These songs of freedom? -
'Cause all I ever have:
Redemption songs;
Redemption songs;
Redemption songs.
---
[Guitar break]
---
Emancipate yourselves from mental slavery;
None but ourselves can free our mind.
Wo! Have no fear for atomic energy,
'Cause none of them-a can-a stop-a the time.
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look?
Yes, some say it's just a part of it:
We've got to fulfil de book.
Won't you help to sing
Dese songs of freedom? -
'Cause all I ever had:
Redemption songs -
All I ever had:
Redemption songs:
These songs of freedom,
Songs of freedom.
Abraços,
Jamaica vs. Equador
é um jogo que vou ver. Aliás, gostaria de ir lá no Rio. Este vale a pena.
Quando tinha 17 anos, ouvia Bob o dia todo. Nunca me interessei ou tive coragem de ir além disso. Fumar maconha, usar roupas e tal não me interessaram.
Na preparação para a Copa de França, os Reggae boyz estiveram em minha cidade natal. Uma frustração é não ter arrumado uma camiseta deles.
Por isso, fica aqui a minha torcida:
Old pirates, yes, they rob I;
Sold I to the merchant ships,
Minutes after they took I
From the bottomless pit.
But my hand was made strong
By the 'and of the Almighty.
We forward in this generation
Triumphantly.
Won't you help to sing
These songs of freedom? -
'Cause all I ever have:
Redemption songs;
Redemption songs.
None but ourselves can free our minds.
Have no fear for atomic energy,
'Cause none of them can stop the time.
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look? Ooh!
Some say it's just a part of it:
We've got to fulfil de book.
Won't you help to sing
These songs of freedom? -
'Cause all I ever have:
Redemption songs;
Redemption songs;
Redemption songs.
---
[Guitar break]
---
Emancipate yourselves from mental slavery;
None but ourselves can free our mind.
Wo! Have no fear for atomic energy,
'Cause none of them-a can-a stop-a the time.
How long shall they kill our prophets,
While we stand aside and look?
Yes, some say it's just a part of it:
We've got to fulfil de book.
Won't you help to sing
Dese songs of freedom? -
'Cause all I ever had:
Redemption songs -
All I ever had:
Redemption songs:
These songs of freedom,
Songs of freedom.
Abraços,
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Jogos Panamericanos 2007
Não rolou a peladinha
Ontem houve uma tentativa frustrada de se jogar uma peladinha entre amigos. O Sr. Serjão, membro deste blogue, tentou em vão reunir os amigos para o jogo. São Paulo é tem este lado ruim, aqui é muito complicado reunir as pessoas. Se você quiser ir a algum lugar e encontrar alguém, melhor marcar direitinho a hora e o local onde se encontrarão. Encontros casuais são a exceção da exceção.
Domingão, encontrei um amigo de infância que não via a muito tempo do lado do Metrô Paraíso. O cara mora aqui a anos e nunca nos encontramos.

De qualquer maneira, espero que o Sr. Serjão não desista facilmente da empreitada. O Na Cal terá grandes matérias se nós que aqui escrevemos batermos esta bolinha semanal. Estou com sangue nos olhos, faz mas de ano que não piso num campinho.
Domingão, encontrei um amigo de infância que não via a muito tempo do lado do Metrô Paraíso. O cara mora aqui a anos e nunca nos encontramos.

De qualquer maneira, espero que o Sr. Serjão não desista facilmente da empreitada. O Na Cal terá grandes matérias se nós que aqui escrevemos batermos esta bolinha semanal. Estou com sangue nos olhos, faz mas de ano que não piso num campinho.
terça-feira, julho 24, 2007
O Na Cal defendeu a tese errada?
Antes das minhas férias, andei a criticar o nosso futebol. O núcleo da minha tentativa de argumentação era que o modelo de brasília não é estranho ao resto dos brasileiros, incluindo os que lidam diretamente com o futebol.
Mas vi que poderia ter me enganado. Percebi que o buraco é mais em baixo ao assistir uns pedaços do documentário: Undercover: Football's dirty secrets, da BBC (acho que deve ter no e-mule!).
Trata de propinas que os agentes de jogadores pagariam aos técnicos, olheiros e diretores dos times de futebol ingleses. Sou mais um colonizado no final das contas. Pois, os americanos e o resto do 1o mundo não são tão melhores assim quanto pensei.
Há um bom resumo no artigo 2006 allegations of corruption in English football, da interessante Wikipédia.
Fica cada vez mais complicado não dar razão ao bretão Hobbes. O grande filósofo defendeu que há uma Bellum omnium contra omnes. Um ninguém é de ninguém ou um cada um por si generalizado. Confiar no próximo seria muito arriscado.
O pensador viveu durante a Guerra Civil Inglesa, aquela vencida por Oliver Cromwell. Eu vivo na violenta São Paulo. Vou aos estádios, ando a pé, tomo cerveja nas mesas e tals, mas não sei até quando será possível fazer tais coisas. Passaram-se quatro séculos e continua perigoso.
Mas ainda tenho esperanças no coração. Contudo, seria necessário que as pessoas das classes médias e altas percebam que é preciso construir uma Brasil menos injusto. A tragédia em Congonhas, infelizmente, é uma clara demonstração aos que têm acerca da incapacidade do Brasil funcionar quando cada um só quer saber de si. Foram feitos os planos de saúde e a educação privados, mas não dá pra fazer aeroportos da mesma maneira. Tentam umas polícias privadas, no entanto, não rola também.
Para voltar ao inglês, o contrato social precisa ser mudado. Quer dizer, se vier uma ditadurinha ai pela frente, pode ser que dê pra segurar a maioria. Quantos não vivem congonhas diárias em suas vidas e não são notícia no Jornal Nacional! Particularmente, espero que a América Latina não siga unida e que os modelos dos regimes autoritários que tentam se instalar por ai a fora não prosperem por aqui.
Não fugi ao tema! Calma.
Não sei se os dirigentes do Corinthians têm ou não culpa no cartório. Mas os do Fora Dualib tem bons argumentos.
Quem sabe o resto dos dirigentes não passem a ter um pouco mais de medo? Tomara que passe pelas suas cabeças o seguinte raciocínio:
-- Se grampearam os cartolas do Parque São Jorge, porque não grampeariam os dos outros grandes clube!?
Afinal, se os corinthianos que vi torcerem de modo sincero e profundo na derrota para o arqui-rival perceberem que há modos para impedir desmandos no andar de cima do Parque, pode ser que não aceitem os que rolam em Brasília. Pois, falar de contrato social, hobbes, cidadania, etc. é muito chato. Bem melhor é gritar -- curintias meu amor; curintias minha vida!
Abraços,
P.S. Um alerta: não virei a casaca nem por um instante e nunca cantei hinos de outros times, só vi a sinceridade e a intensidade do que lá torciam para o Corinthians.
Mas vi que poderia ter me enganado. Percebi que o buraco é mais em baixo ao assistir uns pedaços do documentário: Undercover: Football's dirty secrets, da BBC (acho que deve ter no e-mule!).
Trata de propinas que os agentes de jogadores pagariam aos técnicos, olheiros e diretores dos times de futebol ingleses. Sou mais um colonizado no final das contas. Pois, os americanos e o resto do 1o mundo não são tão melhores assim quanto pensei.
Há um bom resumo no artigo 2006 allegations of corruption in English football, da interessante Wikipédia.
O pensador viveu durante a Guerra Civil Inglesa, aquela vencida por Oliver Cromwell. Eu vivo na violenta São Paulo. Vou aos estádios, ando a pé, tomo cerveja nas mesas e tals, mas não sei até quando será possível fazer tais coisas. Passaram-se quatro séculos e continua perigoso.
Mas ainda tenho esperanças no coração. Contudo, seria necessário que as pessoas das classes médias e altas percebam que é preciso construir uma Brasil menos injusto. A tragédia em Congonhas, infelizmente, é uma clara demonstração aos que têm acerca da incapacidade do Brasil funcionar quando cada um só quer saber de si. Foram feitos os planos de saúde e a educação privados, mas não dá pra fazer aeroportos da mesma maneira. Tentam umas polícias privadas, no entanto, não rola também.
Para voltar ao inglês, o contrato social precisa ser mudado. Quer dizer, se vier uma ditadurinha ai pela frente, pode ser que dê pra segurar a maioria. Quantos não vivem congonhas diárias em suas vidas e não são notícia no Jornal Nacional! Particularmente, espero que a América Latina não siga unida e que os modelos dos regimes autoritários que tentam se instalar por ai a fora não prosperem por aqui.
Não fugi ao tema! Calma.
Não sei se os dirigentes do Corinthians têm ou não culpa no cartório. Mas os do Fora Dualib tem bons argumentos. Quem sabe o resto dos dirigentes não passem a ter um pouco mais de medo? Tomara que passe pelas suas cabeças o seguinte raciocínio:
-- Se grampearam os cartolas do Parque São Jorge, porque não grampeariam os dos outros grandes clube!?
Afinal, se os corinthianos que vi torcerem de modo sincero e profundo na derrota para o arqui-rival perceberem que há modos para impedir desmandos no andar de cima do Parque, pode ser que não aceitem os que rolam em Brasília. Pois, falar de contrato social, hobbes, cidadania, etc. é muito chato. Bem melhor é gritar -- curintias meu amor; curintias minha vida!
Abraços,
P.S. Um alerta: não virei a casaca nem por um instante e nunca cantei hinos de outros times, só vi a sinceridade e a intensidade do que lá torciam para o Corinthians.
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segunda-feira, julho 23, 2007
Malandro mais malandro que a malandragem
Não tem jeito, nem o malandro consegue dar a volta na malandragem. Qualquer sistema tem suas regras básicas que não podem ser quebradas.
Falo isso em função da vitória retrancada brasileira sobre a argentina. Sempre é bom ganhar dos hermanos, e eu estava de férias deste blogue e não futebol!
Mas ao ver vários caras no bar gritarem -- boludos --; pensei, o futebolzinho retranqueiro do time do Dunga vai ser como a seleção de 1994? Todos que integraram aquele time, na comissão e em campo, se deram muito bem, mas o futebol brasileiro ficou orfão.
Gostei da vitória brasileira sobre a argentina nesta Copa América, mas não vou virar fã do anão.
Se nem a rede bobo teve coragem de falar que o ACM não era o Toninho Malvadeza, eu não tenho que compactuar com o que não concordo.
Ótimo que a seleção ganhou dos hermanos, quero que joguem como a seleção feminina vem jogando no entanto.
É simples assim!
Pois, já formei o meu gosto e não vou aceitar ver uma seleção brasileira jogando de modo inspirado ao inglês, alemão ou italiano.
O malandro brasileiro não é de todo ruim. Acho que o Roberto da Matta é um tanto descrente demais acerca sobre o brasileiro.
Amanhã, depois e depois tem mais. Eu volto ao Na Cal.
Abraços a todos e, em especial, aos que tiveram paciência,
Falo isso em função da vitória retrancada brasileira sobre a argentina. Sempre é bom ganhar dos hermanos, e eu estava de férias deste blogue e não futebol!
Mas ao ver vários caras no bar gritarem -- boludos --; pensei, o futebolzinho retranqueiro do time do Dunga vai ser como a seleção de 1994? Todos que integraram aquele time, na comissão e em campo, se deram muito bem, mas o futebol brasileiro ficou orfão.
Gostei da vitória brasileira sobre a argentina nesta Copa América, mas não vou virar fã do anão.
Se nem a rede bobo teve coragem de falar que o ACM não era o Toninho Malvadeza, eu não tenho que compactuar com o que não concordo.Ótimo que a seleção ganhou dos hermanos, quero que joguem como a seleção feminina vem jogando no entanto.
É simples assim!
Pois, já formei o meu gosto e não vou aceitar ver uma seleção brasileira jogando de modo inspirado ao inglês, alemão ou italiano.
O malandro brasileiro não é de todo ruim. Acho que o Roberto da Matta é um tanto descrente demais acerca sobre o brasileiro.
Amanhã, depois e depois tem mais. Eu volto ao Na Cal.
Abraços a todos e, em especial, aos que tiveram paciência,
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domingo, julho 22, 2007
Roupa suja
Já que o Pan está rolando e há uma certa dificuldade em assistir a uma partida de futebol sem ser interrompido para ouvir o hino nacional, falemos da Panacéia carioca.
Digo "panacéia" porque seus organizadores o pretendem como salvação para todos os males, e assim o vendem.
Não falarei do ufanismo mutliplicador de galvões. Pauta muito óbvia.
Falemos de vôlei.
Causou espanto a dispensa de Ricardinho. A convocação de Bruno é natural. E, se parece estranha, apenas repete um quadro que poderia ter sido evitado antes. Bernardinho deveria ter deixado a seleção no momento em que seu filho se tornou um jogador profissional. É aquela coisa da mulher de César. Mas o nepotismo grassa, e de nada adianta suspeitar agora.
Quanto a Bernardinho, duas condutas poderiam ser evitadas: ser convidado permanente do Sportv e o bico como garoto-propaganda (incluindo o testemunho "família feliz" para a Unilever).
Mas se até agora todos aceitaram como normal...
Intrigante também é o que aconteceu no Lance! após a conquista da Liga Mundial. Na manchete da segunda, estapam um "Skavurska", utilizando-se de expressão de propaganda da Net. No dia seguinte, anúncio de duas páginas da agência, que se vangloriava de transformar um slogan em expressão popular.
Algum leitor do Na Cal já tinha utilizado a dita antes?
Digo "panacéia" porque seus organizadores o pretendem como salvação para todos os males, e assim o vendem.
Não falarei do ufanismo mutliplicador de galvões. Pauta muito óbvia.
Falemos de vôlei.
Causou espanto a dispensa de Ricardinho. A convocação de Bruno é natural. E, se parece estranha, apenas repete um quadro que poderia ter sido evitado antes. Bernardinho deveria ter deixado a seleção no momento em que seu filho se tornou um jogador profissional. É aquela coisa da mulher de César. Mas o nepotismo grassa, e de nada adianta suspeitar agora.
Quanto a Bernardinho, duas condutas poderiam ser evitadas: ser convidado permanente do Sportv e o bico como garoto-propaganda (incluindo o testemunho "família feliz" para a Unilever).
Mas se até agora todos aceitaram como normal...
Intrigante também é o que aconteceu no Lance! após a conquista da Liga Mundial. Na manchete da segunda, estapam um "Skavurska", utilizando-se de expressão de propaganda da Net. No dia seguinte, anúncio de duas páginas da agência, que se vangloriava de transformar um slogan em expressão popular.
Algum leitor do Na Cal já tinha utilizado a dita antes?
domingo, julho 15, 2007
O que será que ele tem pensando?
Todos devem estar sentindo falta do membro máster do Na Cal, pois ele nunca ficou tão desatualizado. O que será que ele acha da vitória da seleção? E da última rodada do Campeonato Brasileiro? Como anda o Agüinha?
São perguntas que só poderão ser respondidas pelo próprio na próxima semana, data estipulada para a sua volta.
Para aqueles que estão com muitas saudades, deixo-os com uma foto do mesmo em um momento de lazer.
Volta Magrelo!

São perguntas que só poderão ser respondidas pelo próprio na próxima semana, data estipulada para a sua volta.
Para aqueles que estão com muitas saudades, deixo-os com uma foto do mesmo em um momento de lazer.
Volta Magrelo!

E eu errei mais uma vez (ainda bem)
Acho que todos estavam como eu logo quando o jogo começou. Poucas eram as esperanças. A Argentina tinha o melhor elenco e vinha de uma excelente campanha. Cinco vitórias em cinco jogos e com quatro goleadas. O Brasil? Ah, esse só empolgou uma vez, contra o Chile de ressaca nas quartas. A Copa América parecia que já tinha dono. Mas, somente parecia.
Todos sabem que em clássico não dá para se prever nada. Posso citar este atual brasileiro. Fui com Sidarta e seu primo assistir, o que presumia, a goleada corintiana frente ao Palmeiras. Doce ilusão. Derrota magra com gol de Dininho em um dos piores jogos que já vi. Ontem, também tivemos um bom exemplo. Os são-paulinos eram superiores, tanto em elenco, quanto na arquibancada. Empate por um gol, com ligeira superioridade do pior colocado na tabela. Baseando-se nisso, essa era a minha última esperança.
O jogo começou e logo no começo, ele, Júlio Baptista, marcou um golaço para marcar história. A Argentina esboça aquela reação e Riquelme acerta a trave direita de Doni. O tempo passa e a seleção brasileira aumenta o placar com Ayala, contra. Na segunda etapa, Vagner Love enfia a mandioca e Daniel Alves fecha o caixão. Brasil 3. Argentina 0. Placar para ninguém colocar defeito.
Terminado o jogo, pensei em logo escrever o que sentia sobre aquela seleção. Dunga é o melhor técnico do mundo, pois escala quem bem entende e ganha de um selecionado bem superior; Maicon e Gilberto não precisam ser os melhores cruzadores, pois conseguem resolver na lateral de uma forma peculiar; Mineiro e Josué têm que estar no time, mesmo se ele passa por um processo de “renovação”; e Vagner Love faz mais do que um típico 9 consegue: ele ainda dá incríveis assistências.
Mas, não. Preferi assistir aos Simpsons, deixar a empolgação passar, para, aí sim, colocar as letras na tela. O time de Dunga realmente não é dos melhores. Entretanto, ganhou. E isso é o que importa. A Itália não apresentou o melhor futebol da última Copa. Gostei bastante de Portugal, e da própria Argentina, mas quem venceu foi a azzurra. Mas futebol é assim e por isso que ele é tão empolgante.
Minhas considerações finais desse torneio ficam para dois jogadores: Júlio Baptista e Daniel Alves. O primeiro pela grata surpresa. Acho que nenhum brasileiro ficou satisfeito com sua convocação, principalmente os são-paulinos. Porém, ele entrou no meio da competição, ganhou a vaga de titular, marcou importantes gols e se tornou peça chave no elenco. O segundo pela sua irregularidade. Quando Dunga disse que ia renovar a seleção, logo o cogitei para suceder Cafú na lateral. Nunca repetiu na seleção o que joga no Sevilla. E pior. Quando teve a oportunidade de substituir Maicon, lesionado, e se tornar titular da lateral-direita na competição, preferiu reclamar com o juiz e ficar suspenso. Entretanto, contra a Argentina ele colaborou, e muito, para o sucesso brasileiro, mesmo estando improvisado como volante.
Parabéns Brasil. Agora é pensar nas Eliminatórias que começam em outubro.
P.S.: Para quem acompanha este blog, certa vez escrevi que torceria à Argentina na Copa América. Sinceramente, hoje não consegui. Valeu a pena.
Todos sabem que em clássico não dá para se prever nada. Posso citar este atual brasileiro. Fui com Sidarta e seu primo assistir, o que presumia, a goleada corintiana frente ao Palmeiras. Doce ilusão. Derrota magra com gol de Dininho em um dos piores jogos que já vi. Ontem, também tivemos um bom exemplo. Os são-paulinos eram superiores, tanto em elenco, quanto na arquibancada. Empate por um gol, com ligeira superioridade do pior colocado na tabela. Baseando-se nisso, essa era a minha última esperança.
O jogo começou e logo no começo, ele, Júlio Baptista, marcou um golaço para marcar história. A Argentina esboça aquela reação e Riquelme acerta a trave direita de Doni. O tempo passa e a seleção brasileira aumenta o placar com Ayala, contra. Na segunda etapa, Vagner Love enfia a mandioca e Daniel Alves fecha o caixão. Brasil 3. Argentina 0. Placar para ninguém colocar defeito.
Terminado o jogo, pensei em logo escrever o que sentia sobre aquela seleção. Dunga é o melhor técnico do mundo, pois escala quem bem entende e ganha de um selecionado bem superior; Maicon e Gilberto não precisam ser os melhores cruzadores, pois conseguem resolver na lateral de uma forma peculiar; Mineiro e Josué têm que estar no time, mesmo se ele passa por um processo de “renovação”; e Vagner Love faz mais do que um típico 9 consegue: ele ainda dá incríveis assistências.
Mas, não. Preferi assistir aos Simpsons, deixar a empolgação passar, para, aí sim, colocar as letras na tela. O time de Dunga realmente não é dos melhores. Entretanto, ganhou. E isso é o que importa. A Itália não apresentou o melhor futebol da última Copa. Gostei bastante de Portugal, e da própria Argentina, mas quem venceu foi a azzurra. Mas futebol é assim e por isso que ele é tão empolgante.
Minhas considerações finais desse torneio ficam para dois jogadores: Júlio Baptista e Daniel Alves. O primeiro pela grata surpresa. Acho que nenhum brasileiro ficou satisfeito com sua convocação, principalmente os são-paulinos. Porém, ele entrou no meio da competição, ganhou a vaga de titular, marcou importantes gols e se tornou peça chave no elenco. O segundo pela sua irregularidade. Quando Dunga disse que ia renovar a seleção, logo o cogitei para suceder Cafú na lateral. Nunca repetiu na seleção o que joga no Sevilla. E pior. Quando teve a oportunidade de substituir Maicon, lesionado, e se tornar titular da lateral-direita na competição, preferiu reclamar com o juiz e ficar suspenso. Entretanto, contra a Argentina ele colaborou, e muito, para o sucesso brasileiro, mesmo estando improvisado como volante.
Parabéns Brasil. Agora é pensar nas Eliminatórias que começam em outubro.
P.S.: Para quem acompanha este blog, certa vez escrevi que torceria à Argentina na Copa América. Sinceramente, hoje não consegui. Valeu a pena.
quinta-feira, julho 12, 2007
Informe extraordinário

Estou de férias do Na Cal.
Foi a vontade e a oportunidade juntas. O Time do Dunga não é do meu gosto e estou me dedicando a um compromisso importante que rolará semana que vem. Depois do dia 22 próximo volto aos texto diários e espero que você volte a passar sempre por aqui.
Mas as curvas da bela bandeirinha não podem ficar sem uma postagem.
Ela foi sacaneada e soube faturar. Deu a volta por cima. Faturou uma graninha dos Civitas e virou mais uma celebridade. Quem sabe ele não faz uma ponta em uma novela ou ganha um programa. Com certeza, vai ser convidada para ir aos Gugus e Fastãos das nossas maravilhosas emissoras de televisão.
Bem, quem estiver interessado, pode dar uma olhadinha nas fotos ao clicar aqui ou aqui. As fotos da Ana Paula de Oliveira na Playboy de Julho de 2007 têm valor artístico.
Por favor, caso não ache mais as fotos lá no endereço, avise-me com um comentário.
Se quiser e estiver com pique, no tente algo no Cópia Carbono.
Caso queira mandar os seus respeitos à própria bandeirinha, dê uma passada no sítio dela.
Abraços,
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Bandeirinha,
Playboy
quinta-feira, julho 05, 2007
Poucas vezes falar de tênis antigos foi mais interessante que um jogo da Seleção
Outra vez a Seleção Brasileira jogou contra um adversário muito fraco – o Equador – pela Copa América & outra vez não empolgou nada. Foram poucos os bons momentos, quase todos protagonizados pelo questionado Vagner Love. O centroavante tentou o gol de várias maneiras e deu um belo passe de calcanhar pra colocar o Robinho (“o cara que resolve”, segundo o Galvão Bueno & o insuportável Globo Esporte que praticamente ignorou a rodada do Brasileirão pra bater nessa tecla durante todo o programa) na cara do gol. Vencemos por 1 x 0 com um gol de pênalti meio duvidoso... Acho melhor o time jogar com os três volantes que jogou hoje & com os laterais apoiando mais (pra isso preferia Daniel Alves & Kleber), mas certamente o Júlio Baptista não joga nesse time (ele não joga nem no Arsenal). Talvez o Anderson aberto pela esquerda – apostei com amigos que o Alex Ferguson transforma o guri peladeiro num tremendo ponta esquerda pra substituir o Giggs – fosse opção melhor. Mas do jeito que foi esteve mais interessante falar sobre os congas, bambas & newbalances de outras épocas que acompanhar a bola apanhando.
No Sub-20 outra vez sufoco. Enquanto Estados Unidos & Argentina ganhavam de seis, o Brasil se complicava contra a Coréia do Sul. Vencia a partida por 3 x 0 com um belo gol do Amaral (do Palmeiras – pelo menos no Sub a gente pode ver jogadores dos nossos times jogando com a amarelinha, não é?) e dois do Alexandre Pato – que andam dizendo tanto que vai pro Chelsea que até o nick de MSN dele já é Stamford Bridge. Mas o técnico dramaturgo mexeu mal, o adversário cresceu, começou a pressionar, fez um gol, o Willian infantilmente entregou um segundo (juro que não quero pegar no pé do moleque, mas ele insiste em fazer merda) e foram uns dez minutos de pura pressão coreana. Sorte do Brasil não ter tomado o gol de empate. Amanhã o adversário é os Estados Unidos que vem de uma grande & convincente vitória sobre a Polônia que venceu os brasileiros na estréia.
Por aqui o Corinthians perdeu outra & o Palmeiras embalou. Vencer clássico é o que importa. Mas, apesar da derrota lá no Recife, pude comemorar um belo gol de jogada coletiva do Timão. Fazia tempo que a equipe não acertava mais de três passes.
No Sub-20 outra vez sufoco. Enquanto Estados Unidos & Argentina ganhavam de seis, o Brasil se complicava contra a Coréia do Sul. Vencia a partida por 3 x 0 com um belo gol do Amaral (do Palmeiras – pelo menos no Sub a gente pode ver jogadores dos nossos times jogando com a amarelinha, não é?) e dois do Alexandre Pato – que andam dizendo tanto que vai pro Chelsea que até o nick de MSN dele já é Stamford Bridge. Mas o técnico dramaturgo mexeu mal, o adversário cresceu, começou a pressionar, fez um gol, o Willian infantilmente entregou um segundo (juro que não quero pegar no pé do moleque, mas ele insiste em fazer merda) e foram uns dez minutos de pura pressão coreana. Sorte do Brasil não ter tomado o gol de empate. Amanhã o adversário é os Estados Unidos que vem de uma grande & convincente vitória sobre a Polônia que venceu os brasileiros na estréia.
Por aqui o Corinthians perdeu outra & o Palmeiras embalou. Vencer clássico é o que importa. Mas, apesar da derrota lá no Recife, pude comemorar um belo gol de jogada coletiva do Timão. Fazia tempo que a equipe não acertava mais de três passes.
quarta-feira, julho 04, 2007
O Dunga quer ser um Parreira elevado ao quadrado
Putz, broxante o título da matéria que tratou da entrevista que o nosso querido anão retranqueiro deu após o jogo. Veja:
Dunga sai em defesa dos volantes na seleção brasileira (Estadão – 03/07/07)
Reproduzo a fala do técnico:
-- Veja como o futebol é engraçado. Contra o México [na estréia do Brasil na Copa América] estávamos com dois volantes e perdemos sem fazer gol [0 a 2]. Na última partida [3 a 0 sobre o Chile, no domingo], com três volantes em campo, a seleção fez dois gols no segundo tempo. Não há uma fórmula exata
Gilberto Silva, Mineiro, Josué e Júlio Baptista são dignos de ocupar as posições que Zico, Pelé, Gerson, Sócrates, Falcão... jogaram?
Não há, acho, mais muito espaço para jornalismo que se pretenda só informativo, imparcial. Gostei da tomada de posição do repórter:
O treinador também foi enfático ao relacionar os três gols de Robinho na vitória sobre o Chile à presença dos volantes na seleção. Mas não explicou qual teria sido a importância da participação deles no gol em que Robinho recebe a bola ainda na intermediária, dribla dois adversários e chuta rasteiro, com precisão.
Mas penúltima do retranqueiro foi a melhor:
-- O Mineiro, por exemplo, se apresenta muito ao ataque, ele foi [contra o Chile] diversas vezes à ponta direita, à ponta esquerda, entrou na área.
Pois, é agora o Mineiro é um meia titular da seleção brasileira. O jogador que garantiu o título mundial do São Paulo só se destacou porque vem de trás. É um elemento surpresa. Coisa bem diferente de incumbí-lo da função tática de levar a bola para o ataque. Será que o Milan trocaria o Kaká pelo Mineiro? Não precisa ser o Kaká, pode ser qualquer outro meia ofensivo que tenha capacidade armar jogadas. O Alex tá esquecido lá na Turquia, o Danilo acabou de ganhar um título Mundial e, quem sabe, até o Diego, que está na Seleção, servem melhor.
A última fala é coisa de quem não assiste às partidas da Copa América:
-- Enquanto alguns se modernizam, nós ficamos naquela de que volante é volante. Não é bem assim. Todo mundo tem que se movimentar, atacar, defender em bloco.
O Riquelme, que joga de um jeito bem diferente, acabou de ser Campeão da Libertadores. Lá no Grêmio todo mundo tentava jogar do jeito que o Dunga queria e não conseguiram resistir ao talento. Espero que a história – Riquelme Campeón – não se repita.
Afinal, talento é a marca do jogador brasileiro, organização tática é importante e tals. Mas quatro volantes é muito além da conta. Se é pra fazer com que o nosso futebol fique igual ao italiano, que chamem um técnico de lá. O Dunga só tem ascendência italiana, não é um original.

Abraços,
Dunga sai em defesa dos volantes na seleção brasileira (Estadão – 03/07/07)
Reproduzo a fala do técnico:
-- Veja como o futebol é engraçado. Contra o México [na estréia do Brasil na Copa América] estávamos com dois volantes e perdemos sem fazer gol [0 a 2]. Na última partida [3 a 0 sobre o Chile, no domingo], com três volantes em campo, a seleção fez dois gols no segundo tempo. Não há uma fórmula exata
Gilberto Silva, Mineiro, Josué e Júlio Baptista são dignos de ocupar as posições que Zico, Pelé, Gerson, Sócrates, Falcão... jogaram?
Não há, acho, mais muito espaço para jornalismo que se pretenda só informativo, imparcial. Gostei da tomada de posição do repórter:
O treinador também foi enfático ao relacionar os três gols de Robinho na vitória sobre o Chile à presença dos volantes na seleção. Mas não explicou qual teria sido a importância da participação deles no gol em que Robinho recebe a bola ainda na intermediária, dribla dois adversários e chuta rasteiro, com precisão.
Mas penúltima do retranqueiro foi a melhor:
-- O Mineiro, por exemplo, se apresenta muito ao ataque, ele foi [contra o Chile] diversas vezes à ponta direita, à ponta esquerda, entrou na área.
Pois, é agora o Mineiro é um meia titular da seleção brasileira. O jogador que garantiu o título mundial do São Paulo só se destacou porque vem de trás. É um elemento surpresa. Coisa bem diferente de incumbí-lo da função tática de levar a bola para o ataque. Será que o Milan trocaria o Kaká pelo Mineiro? Não precisa ser o Kaká, pode ser qualquer outro meia ofensivo que tenha capacidade armar jogadas. O Alex tá esquecido lá na Turquia, o Danilo acabou de ganhar um título Mundial e, quem sabe, até o Diego, que está na Seleção, servem melhor.
A última fala é coisa de quem não assiste às partidas da Copa América:
-- Enquanto alguns se modernizam, nós ficamos naquela de que volante é volante. Não é bem assim. Todo mundo tem que se movimentar, atacar, defender em bloco.
O Riquelme, que joga de um jeito bem diferente, acabou de ser Campeão da Libertadores. Lá no Grêmio todo mundo tentava jogar do jeito que o Dunga queria e não conseguiram resistir ao talento. Espero que a história – Riquelme Campeón – não se repita.
Afinal, talento é a marca do jogador brasileiro, organização tática é importante e tals. Mas quatro volantes é muito além da conta. Se é pra fazer com que o nosso futebol fique igual ao italiano, que chamem um técnico de lá. O Dunga só tem ascendência italiana, não é um original.

Abraços,
segunda-feira, julho 02, 2007
Ponto de mínima
O jogo da Seleção que eu assisti não foi o mesmo que o pessoal da Rede Bobo viu. Na notícia Robinho dá show, e Brasil vence Chile, colocam que:
A seleção brasileira está viva na Copa América(...).
Mas se esquecem de falar que só tem a Argentina. O resto das Seleções são péssimas. É terra de cego.
O Robinho virou um Rei para eles. Tem matéria que destaca a banalidade que o nosso craque gravou o nome da namorada nas suas chuteiras. Craque não bate penalidade máxima desta forma:
Nem foi um penalty de verdade!
Os outros dois gols foram mais interessantes:
Mas nada de super-ultra-fora de série como o título Robinho dá show quer passar.
A Globo constrói o futebol como se fosse uma novela. Precisa ter um moçinho, um ator principal que é o centro das atenções.
Mas eu não perco as esperanças. Li a notícia Número de brasileiros na classe média deve dobrar em 2015, que diz:
Uma revolução está prestes a ocorrer no equilíbrios dos mercados mundiais. Um estudo publicado nesta segunda-feira, 2, pela Goldman Sachs aponta que o surgimento de uma nova classe média no Brasil, China, Índia e Rússia - o chamado BRICs - irá transformar o comportamento de empresas em todo o mundo. Segundo o levantamento, o número de pessoas vivendo com mais de US$ 3 mil por ano irá dobrar no Brasil e na Rússia até 2015.
Ou seja, vai ter mais dinheiro rolando por aqui. E, espero, por exemplo, não ver um futuro e hipotético filho meu com um álbum como este:

Não tem nada a ver um moleque brasileiro colecionar álbum de figurinhas com times estrangeiros. Uma parte desta grana tem de ir pro nosso futebol.
Tudo bem a molecada jogar um Super Trunfo com carros estrangeiros. Eu dirigi um carro brasileiro, Gurgel.
O galpão da fábrica dos carros brasileiros ainda tá lá abandonada na minha cidade natal.
Quem se interessar pelo álbum Show do Brasileirão 2007, encontrará a seção dos "Novos Contradados". Há a explicação:
Reservamos estas páginas para você atualizar o elenco das equipes durante o Brasileirão.
É o fim da picada. Pior não poderia ficar. Mas nem aposto numa melhora porque sempre gostam de sacanear um pouquinho mais o nosso futebol.
Abraços,
A seleção brasileira está viva na Copa América(...).
Mas se esquecem de falar que só tem a Argentina. O resto das Seleções são péssimas. É terra de cego.
O Robinho virou um Rei para eles. Tem matéria que destaca a banalidade que o nosso craque gravou o nome da namorada nas suas chuteiras. Craque não bate penalidade máxima desta forma:
Nem foi um penalty de verdade!
Os outros dois gols foram mais interessantes:
Mas nada de super-ultra-fora de série como o título Robinho dá show quer passar.
A Globo constrói o futebol como se fosse uma novela. Precisa ter um moçinho, um ator principal que é o centro das atenções.
Mas eu não perco as esperanças. Li a notícia Número de brasileiros na classe média deve dobrar em 2015, que diz:
Uma revolução está prestes a ocorrer no equilíbrios dos mercados mundiais. Um estudo publicado nesta segunda-feira, 2, pela Goldman Sachs aponta que o surgimento de uma nova classe média no Brasil, China, Índia e Rússia - o chamado BRICs - irá transformar o comportamento de empresas em todo o mundo. Segundo o levantamento, o número de pessoas vivendo com mais de US$ 3 mil por ano irá dobrar no Brasil e na Rússia até 2015.
Ou seja, vai ter mais dinheiro rolando por aqui. E, espero, por exemplo, não ver um futuro e hipotético filho meu com um álbum como este:

Não tem nada a ver um moleque brasileiro colecionar álbum de figurinhas com times estrangeiros. Uma parte desta grana tem de ir pro nosso futebol.
Tudo bem a molecada jogar um Super Trunfo com carros estrangeiros. Eu dirigi um carro brasileiro, Gurgel. Quem se interessar pelo álbum Show do Brasileirão 2007, encontrará a seção dos "Novos Contradados". Há a explicação:
Reservamos estas páginas para você atualizar o elenco das equipes durante o Brasileirão.
É o fim da picada. Pior não poderia ficar. Mas nem aposto numa melhora porque sempre gostam de sacanear um pouquinho mais o nosso futebol.
Abraços,
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Futebol Brasileiro,
Show do Brasileirão 2007
Kaká e Gaúcho não fazem falta
Estou pensando em colocar um ex-voto na minha janela: "Agradeço a Dunga a graça de um domingo livre."
Se o Campeonato Brasileiro não é dos melhores, o selecionado consegue ser ainda mais desinteressante. Como ontem não tinha jogo de clube nem aqui nem lá fora, a tarde de domingo serviu para ler e organizar a estante. Da próxima vez, arrumarei os discos. E assim Dunga vai me ajudando a dar um jeito na casa.
Terminei de arrumar os livros a tempo de ver os quinze derradeiros minutos da peleja. E, pelo que li e ouvi depois, não perdi muita coisa.
Olhando a escalação e o resumo do jogo, percebi que Dunga não sente a ausência de Kaká e Gaúcho. Por um motivo simples: eles não fazem falta. Quem faz falta é a trinca de volantes Gilberto Silva, Mineiro e Elano (que falta feia!, vai desfalcar o Palmeiras).
As duas alterações que Dunga fez (Maicon por Daniel Alves não é substituição, mas correção) trouxeram mais dois, pasmem, volantes. Sim, para garantir o 1x0, Dunga levou a campo Jozezé de Camargo e Júlio Baptista (atacante de ocasião, volante por vocação).
Robinho, esse revoltante, cismou de fazer gol e acabou com o trabalho do treinador.
O que lamento é que tanta gente que caberia nesse time tenha já encerrado sua carreira: Dinho, Ezequiel, Pintado, Dunga. Ah, poderíamos naturalizar o Mancuso!
Se o Campeonato Brasileiro não é dos melhores, o selecionado consegue ser ainda mais desinteressante. Como ontem não tinha jogo de clube nem aqui nem lá fora, a tarde de domingo serviu para ler e organizar a estante. Da próxima vez, arrumarei os discos. E assim Dunga vai me ajudando a dar um jeito na casa.
Terminei de arrumar os livros a tempo de ver os quinze derradeiros minutos da peleja. E, pelo que li e ouvi depois, não perdi muita coisa.
Olhando a escalação e o resumo do jogo, percebi que Dunga não sente a ausência de Kaká e Gaúcho. Por um motivo simples: eles não fazem falta. Quem faz falta é a trinca de volantes Gilberto Silva, Mineiro e Elano (que falta feia!, vai desfalcar o Palmeiras).
As duas alterações que Dunga fez (Maicon por Daniel Alves não é substituição, mas correção) trouxeram mais dois, pasmem, volantes. Sim, para garantir o 1x0, Dunga levou a campo Jozezé de Camargo e Júlio Baptista (atacante de ocasião, volante por vocação).
Robinho, esse revoltante, cismou de fazer gol e acabou com o trabalho do treinador.
O que lamento é que tanta gente que caberia nesse time tenha já encerrado sua carreira: Dinho, Ezequiel, Pintado, Dunga. Ah, poderíamos naturalizar o Mancuso!
Nem os homens, nem os meninos
Foi uma péssima semana de estréias pras seleções Principal (na Copa América) e Sub-20 (no Mundial da categoria). Ambas as equipes perderam pra adversários inferiores jogando muito mal. Na seleção de Dunga um jogo sem graça em que apenas em alguns poucos momentos a equipe brasileira teve domínio. Quem desapontou menos foi o Robinho, que tentou salvar o mundo sozinho (ele insistia demais nas jogadas individuais & não passava a bola de maneira alguma – cheguei a amaldiçoá-lo por isso), mas não teve lá muito resultado. Na molecada valeu ver o ofensivo (& incrivelmente reserva do fraco Renato Augusto do Flamengo) Carlos Eduardo correndo muito aos 48’ do segundo tempo pra desarmar um contra-ataque que poderia resultar numa derrota maior.
O time principal sentiu a falta dos figurões. As atuações mais fracas foram de seus substitutos (Diego & Elano desapontaram). Apesar de seu gol legítimo anulado, Diego complicou a vida da Seleção perdendo a bola & fazendo a falta que resultou no 2º gol mexicano numa falha bisonha do incompreensivelmente titular Doni. O 1º foi uma pintura com o avante chapelando & fazendo a festa com a insegura defesa brasileira. Um amigo me atentou pro fato de a Seleção tomar muitos gols que se originam na esquerda de sua defesa. Foi assim contra o México também.
Já o técnico Nelson Rodrigues apostou tanto no Willian (que jogava pior que uma vaca prenha) no Sul-americano, mas barrou a revelação hypada corinthiana no momento em que vinha crescendo na carreira & jogando menos pior. É daquelas coisas complicadas de compreender. Barrou também o bom lateral Marcelo que entrou só no segundo tempo. Depois foi confuso nas substituições, tirou os volantes pra pôr o time (que já tinha um homem a mais desde o meio do 1º tempo) no ataque, mas ficou parecendo time de pelada, daqueles que ninguém marca & todo mundo corre pra onde vai a bola. Apesar disso ainda achei o 2º tempo menos chato que o 1º. Deve ter sido porque tirei o som da TV & vi o jogo ouvindo Stooges. LA Blues é uma barulheira linda & empolgante!
O time principal sentiu a falta dos figurões. As atuações mais fracas foram de seus substitutos (Diego & Elano desapontaram). Apesar de seu gol legítimo anulado, Diego complicou a vida da Seleção perdendo a bola & fazendo a falta que resultou no 2º gol mexicano numa falha bisonha do incompreensivelmente titular Doni. O 1º foi uma pintura com o avante chapelando & fazendo a festa com a insegura defesa brasileira. Um amigo me atentou pro fato de a Seleção tomar muitos gols que se originam na esquerda de sua defesa. Foi assim contra o México também.
Já o técnico Nelson Rodrigues apostou tanto no Willian (que jogava pior que uma vaca prenha) no Sul-americano, mas barrou a revelação hypada corinthiana no momento em que vinha crescendo na carreira & jogando menos pior. É daquelas coisas complicadas de compreender. Barrou também o bom lateral Marcelo que entrou só no segundo tempo. Depois foi confuso nas substituições, tirou os volantes pra pôr o time (que já tinha um homem a mais desde o meio do 1º tempo) no ataque, mas ficou parecendo time de pelada, daqueles que ninguém marca & todo mundo corre pra onde vai a bola. Apesar disso ainda achei o 2º tempo menos chato que o 1º. Deve ter sido porque tirei o som da TV & vi o jogo ouvindo Stooges. LA Blues é uma barulheira linda & empolgante!
ps. O texto foi escrito antes do recente 3 x 0 no Chile, mas mesmo goleando, o time jogou muito mal & marcou os gols em bons momentos individuais, sendo o primeiro achado...
domingo, julho 01, 2007
Os corinthianos ficam de pé e só
Diferente dos sãopaulinos, os fiéis ficam de pé durante o jogo todo do Corinthians. São muito mais torcedores que os tricolores.
No primeiro tempo, fiquei ao lado de dois sorveteiros que não estavam interessados em vender nenhum picolé. Ambos eram corinthianos que ficaram assistindo ao seu time jogar contra o Palmeiras. Teve um momento que um terceiro vendedor de sorvete passou pela dupla corinthiana. Os dois torcedores-vendedores se levantaram e passaram a simular vendas, troca de notas e outras encenações. O emprego ficou em segundo plano para os dois. Falaram que era bom o Timão deles ganhar, pois o emprego eles iriam perder.
Deve ter sido bem difícil para os vendedores de picolé, a derrota corinthiana para o arqui-rival Palmeiras.
O Serjão coloca:
-- Porra, Magro?! Vc é um puta pé-frio, hein? PelamordeDeus! Não vá nunca mais ver o Coringasso!
Só tenho a dizer uma coisa:
-- Há dois tipos de problemas: os meus e os dos outros.
O jogo foi ruim pra diabos. Ganhou o time que não se preparou bem para errar melhor. Passes de mais de 30 metros, viradas de jogo, lançamentos, finalizações e congêneres é algo que não faz parte do repertório das duas equipes que vi jogar. Triste, muito triste.
Gostei de ver os corinthianos lotarem dois setores das arquibancadas do Morumbi. Uma festa muito bonita que já tinha visto do outro lado, na torcida do São Paulo, e não pude apreciar.
Abraços,
No primeiro tempo, fiquei ao lado de dois sorveteiros que não estavam interessados em vender nenhum picolé. Ambos eram corinthianos que ficaram assistindo ao seu time jogar contra o Palmeiras. Teve um momento que um terceiro vendedor de sorvete passou pela dupla corinthiana. Os dois torcedores-vendedores se levantaram e passaram a simular vendas, troca de notas e outras encenações. O emprego ficou em segundo plano para os dois. Falaram que era bom o Timão deles ganhar, pois o emprego eles iriam perder.
Deve ter sido bem difícil para os vendedores de picolé, a derrota corinthiana para o arqui-rival Palmeiras.
O Serjão coloca:
-- Porra, Magro?! Vc é um puta pé-frio, hein? PelamordeDeus! Não vá nunca mais ver o Coringasso!
Só tenho a dizer uma coisa:
-- Há dois tipos de problemas: os meus e os dos outros.
O jogo foi ruim pra diabos. Ganhou o time que não se preparou bem para errar melhor. Passes de mais de 30 metros, viradas de jogo, lançamentos, finalizações e congêneres é algo que não faz parte do repertório das duas equipes que vi jogar. Triste, muito triste.
Gostei de ver os corinthianos lotarem dois setores das arquibancadas do Morumbi. Uma festa muito bonita que já tinha visto do outro lado, na torcida do São Paulo, e não pude apreciar.
Abraços,
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